2.3.15

CONTRA-ATAQUE - O ocaso dos Spurs


Será que é desta que o tempo leva a melhor sobre os Spurs? É a questão a que o Ricardo Brito Reis tenta responder no seu mais recente Contra-Ataque:


O ocaso dos Spurs

por Ricardo Brito Reis

Com um (surpreendentemente fraco) registo de 36 vitórias e 23 derrotas, os campeões San Antonio Spurs ocupam o 7º lugar da competitiva Conferência Oeste. Mas pior que o registo são as exibições que os comandados por Gregg Popovich têm feito ao longo da temporada. Será desta que idade leva a melhor sobre os velhinhos Spurs?

O início de época prometia muito para os adeptos da formação do Texas. O plantel que foi campeão a jogar o melhor basquetebol que a NBA viu nos últimos anos manteve-se inalterado e ainda foi adicionado o rookie Kyle Anderson, que os analistas diziam encaixar na perfeição no estilo de jogo lento e nada egoísta dos Spurs. O arranque da temporada até foi positivo, com um registo de 12V-4D em Outubro/Novembro e com Tony Parker a fazer números extraordinários (17.3 pts, 5.7 as, 51% FG e 67% 3P). Mas, depois, vieram as lesões.

O base francês falhou 14 jogos devido a um problema muscular e Kawhi Leonard, MVP das Finais de 2014, esteve ausente em 15 partidas, por causa de uma lesão numa mão. Os Spurs tiveram um Dezembro amargo (8V-10D) e a imprensa não tardou a recuperar uma teoria que é usada há vários anos: Duncan, Parker, Ginobili e companhia estão acabados e é esta época em que o avançar da idade vai afectar a produção dos texanos.

Só que, com a chegada de 2015, o plantel ficou totalmente disponível para coach Pop e Janeiro acabou com 10V-4D, embora a maioria dos jogos deste mês tenham sido diante de equipas da fraquinha Conferência Este. Os Spurs pareciam ganhar balanço para um bom resto de temporada e Tim Duncan recebia a notícia de que jogaria no All-Star Game de Nova Iorque, mas Fevereiro voltou a ser aziago e, em onze jogos, os Spurs perderam cinco.

Contas feitas, o conjunto de San Antonio já perdeu mais encontros esta temporada do que em toda a época passada e, muito provavelmente, estaria no 8º lugar do Oeste se Kevin Durant e Russell Westbrook não tivessem falhado tantos jogos por lesão. Afinal de contas, o que se passa com os Spurs?

Tudo começa com o mindset para esta época. Depois de umas Finais de excepção, em que conseguiram redimir-se da derrota de 2013, os Spurs entraram nesta temporada com a sensação de dever cumprido. E para o técnico Popovich está a ser difícil motivar um grupo de atletas que subiu ao topo da montanha, com tanto brilhantismo. Pop tem tentado de tudo. Disse estar orgulhoso dos seus jogadores depois do péssimo mês de Dezembro, mas também já veio questionar a atitude da equipa inúmeras vezes e chegou mesmo a afirmar que tinha dificuldades em encontrar um «cinco» com vontade de se aplicar dentro das quatro linhas.

Os números mostram que os Spurs têm revelado grandes dificuldades nos jogos frente a equipas em posição de playoffs. Diante das restantes sete equipas dos 8 primeiros lugares do Oeste (Warriors, Grizzlies, Rockets, Blazers, Clippers, Mavericks e Thunder), San Antonio soma 7 vitórias e11 derrotas. E frente às cinco melhores equipas do Este – Hawks, Raptors, Bulls, Cavaliers e Wizards são as únicas com verdadeiras hipóteses de sonhar com as Finais -, os Spurs apresentam um registo de 3V-3D. O pior é que, dos 23 jogos que ainda faltam até ao final da fase regular, oito serão com as tais equipas do Oeste e quatro com as melhores do Este.

No que diz respeito aos jogadores, e apesar da época All-Star de Duncan, Kawhi Leonard ainda não encontrou a sua melhor forma depois de ter recuperado da lesão, Manu Ginobili está cada vez menos eficiente, Boris Diaw tem lançado muito mal e Tiago Splitter não consegue encontrar o seu jogo. Danny Green e Patty Mills parecem já ter atingido o topo das suas capacidades, enquanto Cory Joseph e Aron Baynes estão a ser preparados para, em conjunto com Kawhi, serem as caras do futuro dos Spurs. Mas o problema no presente dá pelo nome de Tony Parker.

A lesão parece ter feito mossa e o gaulês está em claro sub-rendimento. E está a mudar o seu tipo de jogo. Na época passada, 38% dos lançamentos de Parker foram feitos na zona mais próxima do cesto. Esse número caiu, este ano, para 28%. Ou seja, TP está menos agressivo, faz menos penetrações e contenta-se com lançamentos de meia e longa distância. Também faz menos assistências e tem revelado uma menor eficácia no pick&roll. Até na tomada de decisão tem estado muitos furos abaixo em relação a anos anteriores. Em resumo, e se exceptuarmos o ano de rookie, este é o seu pior ano de sempre na NBA.

O estilo de jogo dos Spurs, que privilegia o passe ao drible, define que todos os atletas são uma ameaça ofensiva e isso faz com que, ao contrário do que acontece com a maioria das equipas, não exista um jogador que tenha a obrigação de marcar pontos. Para Pop, há. «Se não tivermos o Tony dos últimos anos, não vamos a lado nenhum. É o nosso jogador mais importante e tem que marcar mais de 20 pontos com consistência, porque o Tim e o Manu já não o conseguem», defendeu recentemente o treinador.

É verdade que a saúde de Kawhi Leonard é um factor decisivo para a consistência defensiva da equipa (com ele, os Spurs sofrem menos oito pontos por jogo do que quando o extremo está ausente) e é igualmente verdade que têm que marcar mais lances livres no final das partidas (69.6% nos últimos cinco minutos dos jogos decididos por cinco ou menos pontos), mas a chave do sucesso ou do insucesso dos Spurs é Tony Parker. A forma com que o base chegar aos playoffs pode determinar se os campeões saem na primeira ronda ou se repetem o feito da época passada.

1.3.15

Leituras de Jogo



Coisas fixes para ler esta semana:

- Kobe continua a sua prolixidade recente e deu mais uma entrevista imperdível, desta vez a Sam Amick, do USA Today. Podem ler aqui o artigo principal (onde ele fala sobre o seu documentário, sobre liderança e jogadores e pessoas que o inspiraram), e ler a segunda parte (com declarações sobre Dwight Howard, Lamar Odom, Phil Jackson e mais) aqui.

- a propósito de Kobe e dos Lakers, Baxter Holmes, da ESPN, pergunta-se se a histórica equipa de Los Angeles parou no tempo e se foi ultrapassada pelas outras equipas nos famosos analytics (no recurso à novas tecnologias e a ferramentas estatísticas avançadas e na análise dessas estatísticas)

- Betlehem Shoals escreve sobre um dos assuntos da  semana, o abandono de Larry Sanders (sobre o qual já demos a nossa opinião aqui).

- e em honra do regresso de Kevin Garnett a Minnesota, a Sports Illustrated reeditou uma longa reportagem feita em 1999 sobre KG, o miúdo que mudou o jogo (e os Timberwolves).

27.2.15

Triplo Duplo - Episódio 16 (2ª temporada)


No TRIPLO DUPLO desta semana:

- a lesão de Derrick Rose, e o futuro do jogador e da equipa (04:14)
- a contratação de George Karl como treinador dos Kings (24:10)
- os problemas entre Rajon Rondo e Rick Carlisle, e o futuro de Rondo e dos Mavs (40:25)
- o abandono de Larry Sanders (57:12)
- e, como sempre, o Wow da Semana (01:12:23)


25.2.15

Fazer o que se gosta


"I'm Larry Sanders. I'm a person, i'm a father, i'm an artist, i'm a writer, i'm a painter, i'm a musician, and sometimes I play basketball." Em entrevista ao The Players Tribune, o ex-poste dos Bucks explica porque decidiu abandonar a NBA:



E depois de ouvir as suas palavras, quem o pode censurar? Já antes destas declarações, achávamos que ele estava mais do que no seu direito de desistir e que podia/devia fazer com a sua vida o que muito bem entendesse. Depois de ouvirmos e lermos as suas palavras, ainda mais acreditamos nisso.

É claro que quando saíram as notícias do seu desejo de deixar de jogar basquetebol e, mais tarde, as notícias do seu "buyout", choveram mensagens de indignação e ódio por toda a internet. No Facebook, no Twitter, nas caixas de comentários da ESPN e de outros sites americanos, centenas (milhares?) de fãs condenaram imediatamente o jovem jogador (ou ex-jogador?) e interrogaram-se como era possível ele não querer jogar mais, como era possível desperdiçar todo aquele potencial e a oportunidade de jogar na NBA. Que era um gajo sem nada na cabeça, que era um drogado, como era possível andar deprimido com um ordenado de 11 milhões de dólares por ano e, talvez o argumento mais recorrente, como era possível não ser feliz e não querer ganhar a vida a jogar basquetebol?

Primeiro: é possível ter dinheiro e ser infeliz. Tal como é possível ter dinheiro e ter problemas do foro psicológico, como a depressão ou ansiedade. Como diz o velho ditado (e os ditados não existem por acaso), dinheiro não traz felicidade.

Segundo: é possível não querer ser jogador profissional. Pode ser uma ideia difícil de conceber para muitas pessoas e esse pode ser um emprego de sonho para 99,9% dos fãs (e das pessoas de estatura normal), mas o facto é que não é um emprego de sonho para muitos destes jovens anormalmente grandes. Muitos deles acabaram a jogar basquetebol mais devido à sua altura do que ao amor que tinham pela modalidade. Muitos deles não sonhavam ser jogadores e não escolheram fazer disso vida. Apenas eram grandes, tinham jeito e foi essa carreira que os escolheu. Larry Sanders não é um caso único. Shawn Bradley, por exemplo, também admitiu que jogar basquetebol foi uma inevitabilidade e que não era a paixão da sua vida. Tal como ele, Sanders não escolheu nascer com aquele corpo e crescer até aos 2,11m.

Ele quer fazer outras coisas da vida? Ainda bem para ele. Quer pintar? Quer escrever? Óptimo. Precisamos tanto de artistas como de jogadores de basquetebol. Como sociedade, gostamos de afirmar e acreditar que devemos perseguir os nossos sonhos e fazer o que gostamos. Para 99% de nós isso seria ser jogador profissional na NBA. Para Larry Sanders não é. E não há nada de errado nisso. Boa sorte nos teus projectos futuros, Larry. Sejam eles quais forem.

24.2.15

Trocas e baldrocas 2015



Agora que a poeira assentou, vamos lá a um resumo mais a frio sobre o que mudou e não mudou com todas as trocas que tivemos no trade deadline mais movimentado de sempre

Primeiro, aquilo que não mudou: as equipas do topo da classificação. Os dois primeiros classificados de cada conferência, Hawks, Raptors, Warriors e Grizzlies, ficaram como estavam. Os Grizzlies já tinham feito o seu afinamento final para esta temporada com a troca de Jeff Green e as outras três parecem bastante satisfeitas com os plantéis que têm. 

Mexer no plantel numa fase tão avançada da temporada é sempre um risco. Porque pode alterar (e estragar) a química duma equipa, porque o tempo para integrar os jogadores novos é curto e é difícil ter a equipa oleada até aos playoffs e porque não há depois margem para corrigir erros. Por isso, quem está bem prefere, normalmente (e compreensivelmente), não mexer e não se arriscar a estragar o que não está estragado.

Habitualmente, quem faz mexidas nesta fase são as equipas pretendentes, aquelas que estão quase lá, a quem falta uma peça ou duas para atingir aquilo a que se propõem e que estão, por isso, mais dispostas a correr esse risco. E as equipas do fundo da tabela; aquelas que, fora da luta pelos playoffs, desistem da temporada presente e começam já a fazer preparativos e limpezas de balneário para a próxima época; e aquelas que estão a meio duma reconstrução, que já entraram na temporada sem aspirações para o presente e que aproveitam esta fase para coleccionar mais algumas peças e activos.

Ora, nessas categorias, o que mudou:

nas do fundo da tabela/sem playoffs à vista/a pensar em reconstrução

Nuggets 
A temporada estava a ser uma desilusão monumental (a maior desilusão da temporada para nós) e os dirigentes de Denver decidiram (começar a) detonar a equipa. Para eles, o trade deadline foi admissão de derrota, oportunidade para largar salário e tentar recolher o máximo possível de activos para uma remodelação. Mas tiveram de dar uma escolha no draft (aos Sixers) só para se livrarem do contrato de JaVale McGee e por Afflalo o melhor que conseguiram foi uma 1ª ronda baixa, uma 2ª ronda e um jogador com algum potencial (Will Barton). Não é um saldo muito positivo, o dos Nuggets neste trade deadline.

Kings
Andre Miller é um dos jogadores favoritos de George Karl e com os playoffs lá longe, precisavam mais dum mentor para os jovens e de alguém que seja um ajudante de Karl em campo do que da produção (e do contrato) de Sessions.

Wolves
O Lobo pródigo regressa a casa. Em termos racionais, podiam e deviam ter conseguido mais por um jogador ainda jovem, no seu auge e produtivo como Thaddeus Young. Mas o impacto emocional para a equipa, para os fãs e para toda a organização é tremendo e não podiam perder essa oportunidade. Kevin Garnett está de regresso e ninguém vai dizer aos Wolves não deviam ter feito esta troca.

Jazz
Transformaram um jogador que iam perder no final da época num par de escolhas no draft (e um jogador para desenvolver).

Celtics
Roubaram Isaiah Thomas aos Suns e ainda conseguiram mais duas peças por Tayshaun Prince (que seria dispensado se não encontrassem nenhum negócio).

Knicks
Mais umas escolhazitas para o saco.

Sixers
Não vamos comentar. Vamos ficar à espera que Sam Hinkie decida que é hora de começar a construir algo que se pareça com uma equipa.


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nas pretendentes à procura dessa(s) peça(s) final(is)

Blazers
All in em Portland. Conseguem um excelente jogador para colmatar o ponto fraco do ano passado, o banco, e que também pode render Matthews e Batum e jogar na primeira unidade. Com Steve Blake, Arron Afflalo, Alonzo Gee, Joel Freeland e Chris Kaman ficam com um óptimo banco e com uma boa rotação para os playoffs.

Rockets
Daryl Morey nunca enjeita uma oportunidade de melhorar a equipa, por pouco que seja, e consegue um bom base suplente e um extremo atlético que pode ser um dos roubos do trade deadline. Ou não. Mas não deram nada de significativo em troca, por isso não têm nada a perder.

Pelicans
Precisavam de um base (qualquer base) para se tentarem manter na luta pelos playoffs e em troca de John Salmons conseguiram um decente.

Detroit
A aposta em Reggie Jackson significa que Brandon Jennings não faz parte dos seus planos futuros. Conseguir Jackson por Augustin e Singler não é uma má troca, mas vamos esperar para ver quanto lhe vão oferecer para renovar para avaliar os méritos do negócio.

Brooklyn
Um jogador à beira do fim por um que pode contribuir por vários anos? Claro, porque não?

Wizards
Com Sessions têm um base mais de acordo com as necessidades da equipa e que os pode ajudar onde e como mais precisam (um base penetrador e que pode criar e facilitar na segunda unidade).

Heat
Pat Riley cheirou sangue na água e atacou. Aproveitou a novela de Dragic em Phoenix e conseguiu sacar aquele que é provavelmente o melhor jogador de todos os envolvidos no trade deadline por quatro jogadores secundários e um par de escolhas no draft. Miami era um dos destinos preferidos de Dragic e Riley pescou antecipadamente um dos free agents mais cobiçados do próximo Verão. Dragic, Wade, Deng, Bosh e Whiteside seria um excelente cinco e uma equipa muito perigosa nos playoffs (cenário entretanto adiado pelo problema de saúde de Chris Bosh).


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numa algures a meio (com algumas aspirações este ano, mas a pensar mais no futuro)

Bucks
Em Milwaukee preferiram sacrificar um pouco de presente por um melhor futuro. Brandon Knight é hoje melhor jogador que Carter-Williams, mas o tecto deste segundo é maior. Apesar do que perdem no imediato, o mais importante para os jovens Bucks é o futuro e o que estão a construir para daqui a dois ou três anos. E trocar a perspectiva de terem de pagar muito por Knight este Verão pela perspectiva de pagar menos por um jogador com mais potencial e que têm tempo para desenvolver ao lado de Antetokounmpo e Jabari Parker faz todo o sentido.
Para além disso, Jason Kidd sabe uma coisa ou duas sobre jogar a base e é um treinador perfeito para retirar o máximo de MCW.



nas que se apanharam com fogos para apagar


Thunder
Estes eram um caso muito particular, com as lesões de Westbrook e Durant a colocá-los numa imprevista luta pelos playoffs e com a situação de Reggie Jackson para resolver. Mas conseguiram matar os dois coelhos duma cajadada: transformaram um jogador que iam perder no final da época (e que nesta época também andava descontente e longe do melhor rendimento) em (pelo menos) três jogadores para a rotação e reforçaram a equipa para o assalto aos playoffs. O banco ficou mais forte, o balneário mais feliz e tudo correu pelo melhor.

Suns
Outro caso particular, duma equipa com aspirações para esta temporada, mas que foi obrigada a uma remodelação forçada. Apanharam-se com a emergência Dragic para resolver e não se saíram mal nesse negócio. O esloveno ia sair de qualquer maneira e iam perdê-lo por nada no fim da temporada, por isso, conseguir duas escolhas no draft por ele não é mau. Não é bom também, mas é melhor que nada.
Só que depois não ficaram por aí e continuaram a despachar bases. E menos compreensível foi trocarem Isaiah Thomas por Marcus Thornton e uma escolha baixa.
Ou abdicar da peça valiosa que era a escolha no draft dos Lakers (que receberam no sign and trade de Steve Nash) para ir depois buscar outro base. Brandon Knight é bom jogador, mas não sei se vale dar em troca uma escolha que se pode revelar tão alta e que lhes podia valer um jogador melhor. 
Estavam com excesso de bases antes? Podiam ter trocado Dragic e ficado com o resto da equipa como estava. Ao invés, entraram numa roleta de jogadores desnecessária e que não os tornou melhores.


Quais foram então as equipas que mudaram melhor neste trade deadline?

Menção honrosa para Blazers e Bucks. Os primeiros por aquilo que melhoram no imediato e pelos frutos que a troca lhes pode trazer este ano, os segundos pelos que lhes pode trazer mais para a frente.

E vitória para Heat e Thunder. A equipa de OKC excisou um cancro, melhorou o banco e, nos playoffs, vai ser um presente envenenado para o primeiro classificado do Oeste. A equipa de Miami sacou o melhor jogador de todos os envolvidos nas trocas e, não tivessem acontecido os problemas de saúde de Chris Bosh, preparava-se para ser a equipa que ninguém ia querer apanhar na primeira ronda no Este.

23.2.15

Basketball Hour com Kobe Bryant


Kobe Bryant não é só um dos melhores jogadores da NBA, é também um dos seus melhores entrevistados. Para além de inteligente, não é um jogador de respostas pré-programadas e de cassete e dá sempre respostas e análises perspicazes, reveladoras e pertinentes. 
E com a temporada terminada para ele e muito tempo livre, anda muito falador. Depois da "Kobe: the Interview" com Ahmad Rashad, o jogador dos Lakers foi ao Grantland Basketball Hour para (desta vez com Bill Simmons e o seu "grande amigo" Jalen Rose) mais uma conversa imperdível:



22.2.15

Leituras de Jogo




Nas sugestões de leitura deste domingo, começamos com dois artigos do Players Tribune:


- e um (mais antigo, mas que ainda não tínhamos lido) do CJ McCollum, onde o base dos Blazers analisa o jogo de quatro dos melhores bases da NBA.


E continuamos com os vencedores dos prémios da PBWA (Professional Basketball Writers Association), que foram anunciados no passado fim de semana e que premeiam os melhores textos sobre a NBA publicados em 2014:

- Ramona Shelbourne, da ESPN, venceu na categoria Notícias de Última Hora, com este artigo sobre a venda dos Clippers a Steve Ballmer.

- Phil Taylor, da Sports Illustrated, venceu na categoria Coluna, com este texto sobre Donald Sterling e a entrevista do ex-dono dos Clippers à CNN.


- e Paul Flannery, da SB Nation, venceu na categoria Crónica de Jogo, com a sua crónica do Jogo 4 das Finais de 2014.