30.4.16

MVP #032 - Agora é (literalmente) a doer


Entre lesões, primeiras rondas muito renhidas e segundas rondas muito aguardadas, agora é que as coisas começam a doer nos playoffs. Foi de tudo isso que falámos no episódio desta semana do MVP:

- das lesões que mudaram o panorama destes playoffs
- se, depois disso, os Warriors ainda são os maiores candidatos ao título
- das séries ainda em aberto no Este (Pacers x Raptors e Heat x Hornets)
- e daquilo que podemos esperar nas semi-finais entre Cavs x Hawks e Spurs x Thunder

22.4.16

MVP #031 - Atreve-te a viver, Kobe!


Esta semana temos uma edição alargada do MVP. É o nosso episódio mais longo de sempre. 60 minutos. Um por cada ponto que Kobe Bryant marcou na sua despedida. Porque é desse jogo memorável que falamos. O jornalista Rui Silva esteve lá no Staples Center a assistir ao vivo ao último jogo de Kobe e veio contar-nos como foi:

(falámos ainda das contratações de Tom Thibodeau e Scott Brooks para os Wolves e os Wizards, respectivamente; de quem pode suceder a J.B. Bickerstaff nos Rockets; e, nos separadores desta semana, evocamos o homem que inspirou o título do episódio, Gustavo Santos, esse grande "life coach" português)

15.4.16

MVP #030 - Em Abril, vassouras mil?



A temporada regular já são águas passadas, é tempo de mata-mata. Começa amanhã a primeira ronda dos playoffs, por isso, no episódio desta semana do MVP fazemos as análises e previsões para as oito séries desta ronda inicial:


14.4.16

Pela última vez, Kobe foi Kobe


Na hora da despedida, Kobe foi Kobe. 
60 pontos e o cesto da vitória. Mas com 50 lançamentos e “hero ball” ao extremo. Foi um bom resumo da carreira do Black Mamba. Uma carreira de feitos e números individuais extraordinários, capaz de esticar os limites do humanamente possível, mas feita à sua maneira.

Como já escrevemos aqui, é um legado complicado, o de Bryant:

“Tem números extraordinários, mas não da forma mais eficiente e muitas vezes de forma contrária aos fundamentos do jogo. Números individuais extraordinários, mas feitos à maneira dele e, muitas vezes, em prejuízo da própria equipa.

A mesma dicotomia que encontramos no seu talento. Kobe é o jogador mais talentoso da sua geração e um dos jogadores mais talentosos de sempre, mas muitas vezes não usava esse talento da forma mais colectiva. Quis sempre fazer as coisas à sua maneira e nem sempre essa era a melhor maneira. Só que conseguia ter sucesso jogando dessa forma errada devido a esse talento extraordinário.

E a mesma dicotomia que encontramos na sua personalidade. Um jogador que queria ganhar acima de tudo, mas nos seus termos e condições. Queria ganhar, mas numa equipa onde ele fosse o líder e melhor jogador. Queria ter sucesso colectivo, mas sem sacrificar o seu sucesso individual.”


Ontem, foi assim mais uma vez. Kobe estabeleceu o máximo de pontos num jogo desta temporada (ultrapassou os 59 de Anthony Davis), mas também estabeleceu o máximo de lançamentos tentados (desta temporada e dos últimos 30 anos! Lançou 50 vezes em 42 minutos de jogo!). Kobe fez mais um feito heróico, mas o ataque dos Lakers durante todo o jogo resumiu-se a passar-lhe a bola e deixá-lo jogar 1x1 (ou 1x2 ou 1x3).

Foi um jogo que tanto dá argumentos aos fãs para o glorificarem como aos haters para o atacarem. E essa é a melhor saída de cena possível para um dos jogadores mais amados e odiados de sempre.

Por uma última vez, Kobe foi herói. E por uma última vez, foi vilão. Pela última vez, Kobe foi Kobe. Não podia ter sido uma despedida mais perfeita. Podemos amá-lo, podemos odiá-lo. Mas vamos com certeza sentir a sua falta.

12.4.16

MVP #029 - Prémios à moda do Porto (e de Lisboa)



Está a chegar aquela altura do ano em que começam a ser atribuídos os prémios individuais da temporada regular que agora termina, por isso, esta semana temos MVP a dobrar.

Aproveitando a visita do jornalista Tiago Fonseca ao programa desta semana (se ainda não ouviram o episódio e o relato das duas semanas que o Tiago passou em San Antonio a acompanhar a equipa dos Spurs podem - e devem - ouvir aqui), fizemos um segundo programa com as nossas escolhas para os prémios da temporada:

É unânime o MVP para Stephen Curry e o ROY para Karl-Anthony Towns? O MIP deve ir para C.J. McCollum ou Curry? Will Barton, Jeremy Lin ou Jamal Crawford para Melhor Sexto Homem? O DPOY é entre Kawhi Leonard e Draymond Green ou Hassan Whiteside tem uma palavra a dizer? E quem ganha o prémio de COY?


8.4.16

MVP #028 - Pop à moda do Porto



O jornalista d'O Jogo e autor da coluna semanal 24 Segundos Tiago Fonseca é o nosso convidado desta semana no podcast MVP. O Tiago esteve duas semanas em San Antonio a acompanhar a equipa dos Spurs e veio contar-nos como foi essa experiência única e de sonho. Foi um episódio para meter nojo e deixar-nos roídos de inveja, portanto. 
Antes, ainda analisámos o terceiro round entre Warriors e Spurs que se jogou esta noite:

1.4.16

MVP #027 - Basquetebol, mentiras e vídeo



D'Angelo Russell e a polémica provocada pelo seu vídeo de Nick Young; as equipas com futuro mais promissor de entre as que já estão eliminadas dos playoffs; coisas desta temporada que parecem mentira e que, em Outubro, não acreditaríamos se nos dissessem que iam acontecer; e o presente e o futuro de Rajon Rondo. Tudo coisas de que eu, o Ricardo e o Miguel Barroca falamos no episódio desta semana do podcast MVP: