2.1.14

O outro lado das trocas


As trocas de jogadores são um tema omnipresente entre quem acompanha a NBA. Animam as conversas de todos os fãs e discutimo-las em todo o lado, em casa, na escola, no trabalho, no café com os amigos, na net, em grupos e fóruns. Quem devia contratar quem, quem devia ser dispensado, quem devia ser trocado, eu trocava este por este, mandava aquele para aqui ou ali, ia buscar aquele ou aqueloutro. Dão para horas e horas de conversa e muitas discussões animadas.

Para nós que vemos de fora os jogadores são peças num tabuleiro. Peças que são trocadas, negociadas, arrumadas e rearrumadas, peças ao serviço dos objectivos desportivos e comerciais de uma equipa. E com tanta conversa e discussão sobre trocas e rumores e cenários e estratégia, é fácil esquecermo-nos que não estamos a falar apenas de peças de um jogo e que por trás de cada jogador está uma pessoa. 

É um lado que raramente temos oportunidade de ver: o lado humano (e privado) das trocas. Ouvimos sempre as declarações oficiais das equipas e o discurso dos jogadores e treinadores de que isto é um negócio e que têm de estar preparados para essas situações e tudo isso, mas sempre que acontece uma troca, para além do lado basquetebolístico e de negócio, há também companheiros de equipas que se separam, amigos que se despedem, jogadores que mudam de vida de um dia para o outro e, quase sempre, sem aviso.

Um lado que temos a rara oportunidade de testemunhar neste episódio do Open Gym (que passa  na NBA TV no Canadá). A equipa de reportagem canadiana estava a acompanhar a viagem da equipa de Toronto e estava lá no balneário do Staples Center no momento em que os jogadores dos Raptors souberam que Rudy Gay, Quincy Acy e Aaron Gray tinham sido trocados (a partir dos 10:30):

(via Basket4us)

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