Nestas duas primeiras semanas de temporada, os Wolves já tiveram azar que chegue para uma temporada inteira. E, apesar disso, estão com um recorde positivo (5-3). Por isso já merecem uma palavra de elogio. Não vamos, portanto, adiar mais a sua avaliação e hoje vamos até Minnesota para fazer o balanço dum Verão positivo:
Saídas: Michael Beasley, Darko Milicic, Wesley Johnson, Wayne Ellington, Anthony Randolph, Anthony Tolliver, Martell Webster e Brad Miller
Entradas: Andrei Kirilenko, Brandon Roy, Alexei Shved, Chase Budinger, Dante Cunningham, Greg Stiemsma, Louis Amundson e Will Conroy
Cinco Inicial: Ricky Rubio - Brandon Roy - Andrei Kirilenko - Kevin Love - Nikola Pekovic
Banco: JJ Barea - Luke Ridnour - Alexei Shved - Chase Budinger - Derrick Williams - Dante Cunningham - Greg Stiemsma
Treinador: Rick Adelman
Balanço: Uma equipa cheia de jovens talentosos e que até à lesão de Rubio levava um recorde positivo (21-20) e estava na luta pelos playoffs, não precisava de mudanças drásticas nem de grandes revoluções no plantel. Precisava apenas de continuar a limar as arestas. E para esta equipa isso significava continuar a desenvolver o seu núcleo, juntar-lhe um pouco de experiência e mais uns suplentes fiáveis.
No draft tinham uma escolha na segunda metade da primeira ronda (18ª) e outra lá bem para o fim (a 58ª). A primeira trocaram por Chase Budinger (um negócio sub-valorizado, que lhes estava a render bastante neste início de temporada) e a segunda usaram em Robbie Hummel, que não ficou na equipa.
Mas as maiores apostas eram na free agency. E apostaram forte: abdicaram de renovar com Beasley, Randolph e Tolliver, dispensaram Webster e amnistiaram a eterna desilusão Milicic para perseguir um free agent de topo. O alvo era o agente livre com restrições Nicolas Batum, a quem ofereceram 46 milhões por 4 anos.
Infelizmente para os Wolves, os Blazers igualaram a oferta e o francês continuou por Portland. Viraram-se então para o plano B e contrataram Andrei Kirilenko e Alexei Shved. Depois de conseguirem o regresso do russo à NBA (e a estreia de outro), viraram-se para outro regresso, o de Brandon Roy.
Kirilenko é uma aposta segura e um excelente reforço para a posição de small forward e Shved é uma aposta para o backcourt que pode render muitos frutos (já está a render). É um bom organizador e passador que pode jogar a primeiro base, mas também um bom atirador para jogar a segundo base. O backcourt Rubio/Shved é o backcourt do futuro para estes Wolves (e que futuro!).
Já a aposta em Roy é arriscada, mas pelo valor e duração do contrato (10 milhões por 2 anos) valia a pena o risco. Se os joelhos de Roy aguentarem (até agora não estão a aguentar muito bem...), a recompensa pode ser grande.
Para terminar, reforçaram a rotação interior com Stiemsma, Amundson e Cunningham (este último por troca com os Grizzlies, por Wayne Ellington).
Foi uma offseason onde os Wolves ficaram melhores e prometiam para esta temporada. No papel, tinham equipa para dar um passo em frente e lutar pelos playoffs. Por isso, a nota só pode ser positiva.
Nota: 13
Infelizmente, têm sido a equipa mais azarada da temporada e as lesões acumulam-se a um ritmo inacreditável. Rubio, como sabemos, já estava (e está) de fora até Dezembro. Love partiu a mão na pré-temporada. E a cada jogo que faziam parecia que alguém se lesionava. Primeiro Barea, depois Roy, depois Budinger (3 a 4 meses de fora, com uma ruptura no menisco) e, por último, Pekovic.
Neste momento, 6 dos seus 9 melhores jogadores estão de fora (Rubio, Love, Barea, Roy, Budinger e Pekovic. Ninguém merece tanto azar. Foi uma óptima offseason que merecia melhor sorte.
Minnesota Timberwolves
Saídas: Michael Beasley, Darko Milicic, Wesley Johnson, Wayne Ellington, Anthony Randolph, Anthony Tolliver, Martell Webster e Brad Miller
Entradas: Andrei Kirilenko, Brandon Roy, Alexei Shved, Chase Budinger, Dante Cunningham, Greg Stiemsma, Louis Amundson e Will Conroy
Cinco Inicial: Ricky Rubio - Brandon Roy - Andrei Kirilenko - Kevin Love - Nikola Pekovic
Banco: JJ Barea - Luke Ridnour - Alexei Shved - Chase Budinger - Derrick Williams - Dante Cunningham - Greg Stiemsma
Treinador: Rick Adelman
Balanço: Uma equipa cheia de jovens talentosos e que até à lesão de Rubio levava um recorde positivo (21-20) e estava na luta pelos playoffs, não precisava de mudanças drásticas nem de grandes revoluções no plantel. Precisava apenas de continuar a limar as arestas. E para esta equipa isso significava continuar a desenvolver o seu núcleo, juntar-lhe um pouco de experiência e mais uns suplentes fiáveis.
No draft tinham uma escolha na segunda metade da primeira ronda (18ª) e outra lá bem para o fim (a 58ª). A primeira trocaram por Chase Budinger (um negócio sub-valorizado, que lhes estava a render bastante neste início de temporada) e a segunda usaram em Robbie Hummel, que não ficou na equipa.
Mas as maiores apostas eram na free agency. E apostaram forte: abdicaram de renovar com Beasley, Randolph e Tolliver, dispensaram Webster e amnistiaram a eterna desilusão Milicic para perseguir um free agent de topo. O alvo era o agente livre com restrições Nicolas Batum, a quem ofereceram 46 milhões por 4 anos.
Infelizmente para os Wolves, os Blazers igualaram a oferta e o francês continuou por Portland. Viraram-se então para o plano B e contrataram Andrei Kirilenko e Alexei Shved. Depois de conseguirem o regresso do russo à NBA (e a estreia de outro), viraram-se para outro regresso, o de Brandon Roy.
Kirilenko é uma aposta segura e um excelente reforço para a posição de small forward e Shved é uma aposta para o backcourt que pode render muitos frutos (já está a render). É um bom organizador e passador que pode jogar a primeiro base, mas também um bom atirador para jogar a segundo base. O backcourt Rubio/Shved é o backcourt do futuro para estes Wolves (e que futuro!).
Já a aposta em Roy é arriscada, mas pelo valor e duração do contrato (10 milhões por 2 anos) valia a pena o risco. Se os joelhos de Roy aguentarem (até agora não estão a aguentar muito bem...), a recompensa pode ser grande.
Para terminar, reforçaram a rotação interior com Stiemsma, Amundson e Cunningham (este último por troca com os Grizzlies, por Wayne Ellington).
Foi uma offseason onde os Wolves ficaram melhores e prometiam para esta temporada. No papel, tinham equipa para dar um passo em frente e lutar pelos playoffs. Por isso, a nota só pode ser positiva.
Nota: 13
Infelizmente, têm sido a equipa mais azarada da temporada e as lesões acumulam-se a um ritmo inacreditável. Rubio, como sabemos, já estava (e está) de fora até Dezembro. Love partiu a mão na pré-temporada. E a cada jogo que faziam parecia que alguém se lesionava. Primeiro Barea, depois Roy, depois Budinger (3 a 4 meses de fora, com uma ruptura no menisco) e, por último, Pekovic.
Neste momento, 6 dos seus 9 melhores jogadores estão de fora (Rubio, Love, Barea, Roy, Budinger e Pekovic. Ninguém merece tanto azar. Foi uma óptima offseason que merecia melhor sorte.



















