Depois dos Hawks, dos Hornets, dos Heat e dos Magic, terminamos as avaliações da Southeast Division com os Wizards, uma equipa que tinha grandes ambições para esta offseason:
Boletim de Avaliação - Washington Wizards
Saídas: Nené Hilário, Alan Anderson, Jared Dudley, Ramon Sessions, Garrett Temple
Entradas: Ian Mahinmi, Trey Burke, Tomas Satoransky, Jason Smith, Andrew Nicholson
Cinco Inicial: John Wall - Bradley Beal - Otto Porter - Markieff Morris - Marcin Gortat
No banco: Trey Burke - Tomas Satoransky - Marcus Thornton - Kelly Oubre - Jason Smith - Andrew Nicholson - Ian Mahinmi
Treinador: Scott Brooks
Balanço:
Este era o reforço que os Wizards queriam apresentar nesta offseason:
E este foi o maior reforço que apresentaram:
E isso resume o Verão da equipa.
Nota: 0
(a seguir: Central Division - Chicago Bulls)
(ok, vamos elaborar um pouco mais)
Os Wizards tinham grandes esperanças e expectativas para este Verão de 2016. Esta não era apenas mais uma offseason. Era A offseason. Aquela para a qual se preparam há anos. Libertaram espaço salarial, adiaram renovações, não fizeram contratos de longo prazo e planearam tudo para ir atrás de Kevin Durant.
No final, nem sequer conseguiram uma reunião com KD e o Verão mais esperado de sempre em Washington foi um fracasso total. Deixaram os seus fãs a sonhar com o regresso do jogador ao seu estado natal e a passagem instantânea da equipa para candidata ao título, mas a única coisa que conseguiram foi ficar no mesmo sítio.
O plano B não correu muito melhor e a perseguição ao outro grande free agent disponível, Al Horford, também não deu frutos. Com Horford conseguiram, pelo menos, reunir e apresentar a sua proposta (e chegaram mesmo a ser apontados como uns dos favoritos para ficar com os serviços do ex-Hawk), mas essa corte terminou da mesma forma que a de KD.
Depois de dois falhanços, não podiam ter um terceiro e não podiam também perder o seu próprio free agent. Por isso, renovaram com Bradley Beal por 5 anos e cerca de 130 milhões de dólares (um contrato máximo) e mantiveram o cinco inicial intacto.
Não podiam ficar sem uma das suas jóias da coroa, mas é um preço muito alto por um jogador com potencial, mas que não é ainda um "max player". Os Wizards estão a pagar pela possibilidade de ele vir a ser um. É uma aposta que não se podiam dar ao luxo de não fazer, mas que está longe de ser uma aposta segura.
Portanto, basicamente, mudaram apenas alguns nomes no banco. O maior reforço da equipa é um substituto mais jovem para Nené Hilário e a maior mudança na equipa é a troca de treinador. E essa, vamos ver como resulta. Porque, se uma das maiores críticas a Randy Wittman era o seu ataque pouco móvel, muito previsível e com pouca movimentação de bola, Scott Brooks não é propriamente conhecido por ser um grande treinador ofensivo. O seu ataque em Oklahoma era ainda mais básico que o de Wittman. Por isso, é outra aposta que está longe de ser garantida.
Justiça seja feita a Brooks, em Oklahoma, ele mostrou ser bom no desenvolvimento de jovens e isso é algo que também faz falta a estes Wizards. Se ele conseguir levar Wall, Beal e Porter (e Morris, e Oubre, e Satoransky e Burke) a outro nível, pode bastar para justificar a sua contratação.
Porque na offseason ficaram mais ou menos na mesma e é desses jovens (e do seu desenvolvimento) que depende o futuro da equipa.
Não podiam ficar sem uma das suas jóias da coroa, mas é um preço muito alto por um jogador com potencial, mas que não é ainda um "max player". Os Wizards estão a pagar pela possibilidade de ele vir a ser um. É uma aposta que não se podiam dar ao luxo de não fazer, mas que está longe de ser uma aposta segura.
Portanto, basicamente, mudaram apenas alguns nomes no banco. O maior reforço da equipa é um substituto mais jovem para Nené Hilário e a maior mudança na equipa é a troca de treinador. E essa, vamos ver como resulta. Porque, se uma das maiores críticas a Randy Wittman era o seu ataque pouco móvel, muito previsível e com pouca movimentação de bola, Scott Brooks não é propriamente conhecido por ser um grande treinador ofensivo. O seu ataque em Oklahoma era ainda mais básico que o de Wittman. Por isso, é outra aposta que está longe de ser garantida.
Justiça seja feita a Brooks, em Oklahoma, ele mostrou ser bom no desenvolvimento de jovens e isso é algo que também faz falta a estes Wizards. Se ele conseguir levar Wall, Beal e Porter (e Morris, e Oubre, e Satoransky e Burke) a outro nível, pode bastar para justificar a sua contratação.
Porque na offseason ficaram mais ou menos na mesma e é desses jovens (e do seu desenvolvimento) que depende o futuro da equipa.
Nota: 8
(a seguir: Central Division - Chicago Bulls)

























