7.4.13

Reeeeeeeggie!


Os Bobcats deram luta, mas os dois lances livres de Reggie Evans (2 seguidos do Evans!) selaram a vitoria dos Nets. Aqui fica a festa dos lances livres consecutivos do Evans, vista do nosso camarote:




6.4.13

Peregrinação a Meca


Hoje estivemos sem net todo o dia e o Madison Square Garden não tem wifi como o Barclays Center, por isso não deu para fazer o relato em directo.

Mas hoje foi dia de visita à Meca do basquetebol, ao pavilhão mais famoso do mundo. E apanhámos uma noite muito especial: foi a Legends Night, noite de celebração do 40o aniversário do último título dos Knicks e homenagem à equipa campeã de 73 (com Phil Jackson, Walt Frazier, Willis Reed, Earl Monroe e todos os membros dessa equipa presentes e homenageados ao intervalo).

Ah, e o Iman Shumpert manda um abraço a todos os leitores do SeteVinteCinco!












5.4.13

Brooklyn for life


Comecemos pelo fim. Acaba o jogo dos Nets, descemos até ao campo (yeah! :)), tiramos umas fotos, dizemos umas palavras para a câmara (da equipa de filmagens que anda a fazer a reportagem do All Acess Tour) e de repente: "a minha mochila?! F#%$, esqueci-me dela na bancada!" Vamos à bancada ver se, por acaso, ainda lá está e, claro, nada. Perguntamos a um segurança se, por acaso, não viu ali uma mochila, não, não viu, mas podemos ir aos perdidos e achados ver se alguém a entregou lá. Lá vamos nós, sem grande esperança, já a pensar que a mochila estava perdida para sempre. Chegamos aos perdidos e achados e... Estava lá! Com tudo! Alguém tinha-a encontrado e entregado! Por isso, não sei se tive apenas muita sorte ou se as pessoas de Brooklyn são tão honestas (mesmo que seja a primeira, deixem-me acreditar na segunda), mas, como disse às pessoas da NBA que nos acompanham, depois desta, "Brooklyn fan for life"!

Voltemos agora ao princípio. Um pavilhão novinho em folha que parece um museu, com uma arquitectura exterior completamente distinta do típico recinto desportivo e com um interior moderno e com todas as comodidades e tecnologia imagináveis, um público envolvido, participativo e em festa o tempo todo (e sim, mesmo com o barulho todo no pavilhão conseguimos ouvir os gritos roucos do Thibodeau!), um jogo emocionante (nem sempre bem jogado, mas valeu pela emoção) decidido no último segundo e na última posse de bola. Uma noite inesquecível.

Com toda a emoção do final (e no meio do público é impossível não nos deixarmos envolver) foi fácil esquecer as ausências nos Bulls, as partes menos bem jogadas da partida e guardar as melhores memórias deste nosso primeiro jogo da NBA ao vivo. Foi espectacular e Brooklyn vai ficar para sempre na minha memória. E com um lugar no meu coração. Brooklyn for life.


4.4.13

Prendinhas


Goodies bag de boas vindas: :)



(De saída para passar o dia em Brooklyn e, à noite, Nets x Bulls! :) )

2.4.13

The Big Retirement


Hoje, no intervalo do jogo frente aos Mavs, os Lakers vão acrescentar mais uma camisola à galeria de notáveis do clube. O 34 de Shaquille O'Neal vai juntar-se ao 13 de Wilt Chamberlain, ao 22 de Elgin Baylor, ao 25 de Gail Goodrich, ao 32 de Magic Johnson, ao 33 de Kareem Abdul-Jabbar, ao 42 de James Worthy, ao 44 de Jerry West e ao 52 de Jamaal Wilkes no topo do Staples Center:


Ocasião para recordarmos aqui alguns dos melhores momentos e alguns dos melhores afundanços da carreira do gigante que dominou a NBA no final dos anos 90 e início dos anos 00 (terminou com umas excelentes médias de carreira de 23.7 pts, 10.9 res, 2.5 ast e 2.3 dl e se descontarmos os anos da fase descendente da carreira e contabilizarmos apenas os anos que jogou pelos Lakers temos uns impresssionantes 27 pts, 11.8 res, 3.1 ast e 2.9 dl. E nas três Finais que jogou, e ganhou, pelos Lakers, teve números de outro mundo: 35.9 pts, 15.2 res e 2.9 dl!):





(entretanto, amanhã estamos a caminho de Nova Iorque e a partir de 5ª podem acompanhar aqui e na nossa página no Facebook a nossa aventura na Big Apple. Temos Nets x Bulls na 5ª feira, Knicks x Bucks na 6ª feira e Nets x Bobcats no Sábado. Até já!)

Velhos hábitos


Os velhos hábitos nunca mudam?


1.4.13

F%&@-se!!!


Perdoem-me a linguagem, mas ontem foi uma noite de f&%@-ses. Estávamos à espera do início do jogo entre os Heat e os Spurs, a ver as notícias do dia e os resultados dos jogos da NCAA, quando deparamos com o vídeo da lesão do jogador de Louisville, Kevin Ware. E ai, f&%@-se! Até ficámos mal dispostos...



Depois, vemos que LeBron, Wade e Chalmers não vão jogar no tão antecipado embate entre as duas melhores classificadas da liga. E oooohhhh, f&%@-se! Que desilusão...

Mas apesar da desilusão, o jogo acabava de ganhar um novo interesse. Conseguiriam os Heat safar-se com o plano que Popovich tentou e quase conseguiu em Miami? E f&%@-se, não é que conseguiram?  A jogada que Popovich tentou e quase conseguiu em Miami virou-se contra o feiticeiro:


Independentemente das multas e castigos e se os treinadores podem ou não deixar os seus jogadores de fora (e já manifestámos a nossa opinião sobre o assunto quando os Spurs foram multados pelos descansos em Miami), foi uma jogada brilhante de Erik Spoelstra e os Heat ficam com a vantagem psicológica de terem ganho o jogo sem as suas principais estrelas. Era uma clássica jogada de "pouco risco / grande recompensa". Se perdessem, podiam sempre dizer (e deixar na cabeça do adversário) "ah, mas não nos ganharam com os melhores jogadores em campo" e desvalorizar a derrota. E ganhando podem dizer (e deixar na cabeça do adversário) "mesmo sem os nossos melhores jogadores em campo, conseguimos ganhar-vos" e valorizar de que maneira a vitória.

Erik Spoelstra não tinha muito a perder e tinha muito a ganhar. E tinha ainda a motivação e recompensa adicional de vingar e virar a jogada de Popovich. Foi muito bem jogado por Spoelstra. E agora, se estas duas equipas chegarem às Finais, podemos ter a situação insólita (e inédita?) do primeiro jogo das Finais ser o primeiro jogo da temporada em que se vão enfrentar com todos os jogadores.

F&%@-se, que noite!