7.2.14

O TRIPLO DUPLO desta semana...


...vai sair só amanhã. Esta semana não vamos conseguir publicar o TRIPLO DUPLO à sexta, como habitualmente, porque não temos ainda o vídeo editado (gravámos ontem já tarde e só vamos ter o vídeo pronto amanhã). Mas amanhã, sem falta, aí estará mais um episódio (desculpa, EFR11, por não te fazermos companhia nesta noite de sexta feira, pode ser para a noite de sábado?)


As (boas e más) novidades do All Star


Temos novidades (muitas novidades) na Noite de Sábado do All Star. Temos, para começar, o melhor elenco dos últimos tempos no Concurso de Afundanços. Há 26 anos (desde o épico concurso de 88, com Jordan, Wilkins e Drexler) que não tínhamos três All Stars a participar e com estes e mais um trio de jogadores do mais atlético que há na liga, o concurso promete (ou podia prometer, mas já lá iremos):


Temos também um elenco de luxo (também um dos melhores, se não mesmo o melhor, dos últimos anos) no Concurso de Triplos. Os dois últimos vencedores e alguns dos melhores atiradores da liga deve dar um concurso emocionante e espectacular:


E temos também novidades no formato e nas regras dos concursos. Mas aqui é que já não são todas boas novidades. Se nos triplos as mudanças são para melhor e podem dar uma prova ainda mais excitante, nos afundanços nem por isso.

Nos lançamentos de três, vamos ter um carro só com money balls, que pode ser colocado na posição que o jogador quiser. Portanto, cada jogador vai poder escolher o seu sítio preferido e apostar em fazer o dobro dos pontos nessa posição. Um carro só com money balls? Não só soa tão bem, como vai, de certeza, dar ainda mais emoção ao concurso.

Já nos afundanços, mudar para um formato de equipa no ano em que temos o melhor elenco individual dos últimos tempos pode ser um tiro ao lado. Este ano, os seis participantes vão ser divididos em duas equipas (Este - com Wall, George e Ross - e Oeste - com Lillard, Barnes e McLemore) e não vai haver um vencedor individual. Será um concurso de afundanços entre conferências. 

É verdade que o Concurso de Afundanços tem desiludido em alguns anos, fica muitas vezes aquém das expectativas e é uma prova que precisava de ser repensada e revitalizada. Mas este ano, com estes jogadores, podia ser um ano de redenção e um ano memorável. Transformá-lo, com este elenco, numa prova de equipa, parece um desperdício e uma oportunidade perdida de recuperar o entusiasmo em redor do concurso.

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Depois, temos ainda aqueles dois concursos que ninguém liga muito e só vemos enquanto esperamos que comecem os triplos e os afundanços:

Este vai ter a curiosidade de vermos as duplas pai-filho Curry e Hardaway

e este também vai ser em equipa, com 4 equipas de dois (Burke/Lillard, Dragic/Jackson, Carter-Williams/Oladipo e DeRozan/Antetokounmpo)
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E para terminar, temos Damian Lillard a fazer história e a ser o primeiro jogador a participar em cinco eventos do All Star. Tirando o Shooting Stars, Lillard vai estar em todos: Rising Stars na sexta, Skills Challenge, Triplos e Afundanços no sábado e All Star Game no domingo. O base dos Blazers vai ser o homem mais ocupado do fim de semana. Ou, como disse Alex Kennedy:


5.2.14

Vamos ao Circo


Acho que ninguém tira a Lance Stephenson o prémio da maior queda; e o de lançamento mais acrobático?


John Wall tem concorrência para o Circus Shot do Ano:


Qual leva o vosso voto? Wall ou Stephenson?

4.2.14

What does Noah say?


A esta hora, já todos devem ter visto as imagens de Joakim Noah a passar-se com os árbitros depois de ser expulso no jogo de ontem:


Eu sei que parece que Noah mandou os árbitros fazer uma coisa que não podemos reproduzir aqui, mas se olharmos com mais atenção, será que foi mesmo isso que ele disse? O pessoal do Complex.com recorreu a especialistas na leitura de lábios e oferece umas hipóteses alternativas para o que saiu da boca de Noah:

3.2.14

Conversa de Bancada - Candidatos ao título


A notícia do fim de semana foi a ida de Andrew Bynum para os Pacers e uma equipa já forte (a mais forte da liga até agora) ficou ainda mais forte. Enquanto isso, os Thunder continuam no topo da conferência mesmo sem Westbrook, uns Heat em velocidade de cruzeiro são suficientes para se manterem também nos primeiros lugares e os Spurs continuam a desafiar o tempo (e as lesões) e a manterem-se lá em cima. Temos ainda os Blazers, que já não são uma surpresa e são uma equipa a ter em conta e os Clippers, que, sem Chris Paul, se aproximam das equipas que vão na frente.


Por isso,  hoje vamos falar de candidatos ao título. Com a contratação de Andrew Bynum serão os Pacers os maiores candidatos ao título no Este e na liga? Ou será que os Thunder quando tiverem Westbrook de volta são os maiores favoritos? Ou será que os Heat metem uma mudança acima quando chegarem os playoffs e continuam a ser a equipa a bater? Poderão os Spurs repetir a caminhada do ano passado? Ou os Clippers ou os Blazers podem surpreender e ir até ao fim?

É esse o tema que lançamos para a CONVERSA DE BANCADA de hoje: qual destas equipas (ou outra) é o maior candidato ao título neste momento?

2.2.14

Entretenimento para uma noite sem jogos


Esta semana, por falta de tempo deste vosso escriba, não vamos ter o habitual BATER BOLAS. Em vez disso, e porque hoje também não há jogos, deixamos-vos aqui duas opções de entretenimento para esta noite.

O jogo completo dos 61 pontos de Kobe no Madison Square Garden (que foi no dia 2 fevereiro, há 5 anos):



Ou, para quem preferir recordar o duelo Magic/Jordan, o primeiro jogo das Finais de 91:



(ou então, ainda melhor, não escolham e vejam os dois!)



No próximo domingo, salvo algum imprevisto de última hora, voltaremos a responder às vossas questões, como habitualmente. Já sabem, podem enviá-las por email (setevintecinco@gmail.com) ou por mensagem no facebook e escolheremos uma (ou mais) para responder aqui.

1.2.14

Uma contratação grande e uma grande contratação



Dupla vitória para a equipa de Indiana. Um dos melhores jogos interiores da liga fica ainda melhor (e maior) e evitam, ao mesmo tempo, que ele reforce algum dos seus maiores rivais (leia-se, evitam que ele vá para os Heat). 

Mas o Bynum vai desestabilizar o balneário e estragar a química da equipa.
Duvidamos muito. Sim, Bynum foi um problema no balneário de Cleveland, mas isso foi porque esse balneário era jovem, inexperiente e em construção (e com mais problemas para resolver para além de Bynum) e porque ele não estava interessado em jogar lá. Em Cleveland, deparou-se com uma confusão da qual não queria fazer parte e assim que aquilo começou a correr mal e ele percebeu que a equipa não ia a lado nenhum, perdeu a motivação.

Em Indiana, esse problema não se coloca. Ali vai encontrar uma equipa bem sucedida (a mais bem sucedida até agora), com um balneário sólido e estabelecido, um grupo já formado e com muitos veteranos. A motivação (ou falta dela) tem sido um problema para Bynum, mas em Indiana ele não terá outro remédio que não entrar no espírito da equipa. Não é ele que vai perturbar aquele grupo ou desviá-lo dos seus objectivos. Bynum entra no grupo e é mais uma peça do mesmo ou é posto de lado. Para além disso, ele queria jogar num candidato ao título e isso deve ser motivação suficiente para o que falta de temporada (e ele sabe ao que vai e já fala como Pacer: "não foi uma decisão difícil, acho que é um sítio perfeito para mim. Honestamente, acho que temos as melhores hipóteses de ganhar. Vai ser óptimo revezar o Roy e vou fazer o que puder para ajudar a equipa").

Mas o Bynum está acabado.
Sim, este Bynum é uma sombra do jogador que foi (e nunca voltará a ser esse jogador). Mas ainda pode dar uma contribuição importante. Os Pacers, obviamente, não precisam dele para ser uma peça principal e, como suplente de Hibbert, pode dar-lhes minutos de qualidade e uma contribuição superior à de Ian Mahinmi. Embora longe dos seus melhores tempos e sem a mesma mobilidade e capacidade física de antes, Bynum teve médias de 8.4 pts, 5.3 res e 1.2 dl em 20 mins/jogo nos Cavs (e, por cada 36 minutos, teve uns bons 15.1 pts, 9.5 res e 2.1 dl) e ainda pode contribuir bastante mais do que se pensa.

Na altura da contratação de Luis Scola, dissemos que o argentino era um excelente reforço porque não só encaixava perfeitamente no ataque em meio campo dos Pacers, com muito jogo a poste baixo, como ficavam com um jogador semelhante a David West e que lhes permitia manter o estilo de jogo da equipa durante os 48 minutos. Os Pacers podiam carregar ainda mais no interior e durante todo o jogo. Pois, idem para Bynum. Quando Hibbert for para o banco, podem continuar a carregar dentro com Bynum e continuam a ter um grande (maior que Mahinmi) para proteger o cesto. Agora, se Hibbert tiver problemas de faltas (ou simplesmente, para descansar mais minutos), têm outro grande para defender, ressaltar e jogar a poste baixo.

Para além disso, como dizíamos lá em cima, esta contratação ainda tem o bónus de evitar que ele reforce os Heat (ou os Spurs ou alguma das equipas com que se podem cruzar nos playoffs e/ou nas Finais). Bynum podia ser uma boa arma para usar contra Hibbert, mas agora está do mesmo lado. Só por isso, já valia a pena a contratação.

E tudo isto, ao que parece, por apenas um milhão de dólares? Vale mais do que a pena. Os Pacers têm muito mais a ganhar do que a perder. E os Heat (e as outras equipas) vão ter (ainda mais) problemas com eles.