Quando David Stern chegou ao cargo de Comissário, em 1984, a liga tinha 23 equipas, tinha um problema de imagem (e de abuso de drogas entre muitos dos seus jogadores), estava muito atrás do futebol americano e do basebol em popularidade e audiências, os jogadores estrangeiros contavam-se pelos dedos e a fama da liga mal ultrapassava as fronteiras do território americano.
30 anos depois, a liga tem 30 equipas (e a estudar planos para se expandir), a sua popularidade e e as suas audiências nunca foram tão altas, jogadores de todo o mundo (os melhores jogadores de todo o mundo) jogam nas suas equipas e a fama da liga chega aos quatro cantos do planeta.
Goste-se mais ou menos do homem (e acredite-se mais ou menos nas teorias da conspiração), é inegável que sem ele a NBA não era a mesma. David Stern transformou uma liga doméstica, secundária no panorama americano e irrelevante no panorama mundial num fenómeno global e numa das melhores (a melhor?) ligas desportivas do mundo.
A 4 dias do fim da sua era como Comissário (Adam Silver assume o cargo a partir de Fevereiro), e enquanto acabamos a segunda parte da edição cruzada BATER BOLAS / CONVERSA DE BANCADA sobre os suplentes do All Star, deixamos aqui a sugestão do grande (em tamanho e em conteúdo) texto de David Aldridge sobre estes 30 anos de Stern.
É uma história longa, mas que vale a pena ler. Como ele diz na peça, esta é uma era sobre a qual se escreverão livros. E Aldridge é, provavelmente, um dos maiores candidatos a escrever um. Por isso, podem ir já lendo o esboço.

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