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15.1.16

Um raio não cai duas vezes no mesmo sítio?


Da primeira vez que os Pistons e os Grizzlies se enfrentaram, o jogo acabou assim:



E esta noite, acabou assim:



Bem, os Pistons já não devem poder ver os Grizzlies à frente.

8.12.15

Porque o Basquetebol é o melhor desporto do Mundo - razão nº 13437


Não vi em directo o jogo Grizzlies x Suns de anteontem. Mas sabia, quando estava a ver o jogo umas horas mais tarde,  que os Suns tinham perdido. Tentei não saber o resultado antes, mas numa espreitadela ao Twitter vi por acaso um tweet a dizer que tinham perdido. Mas não sabia por quantos nem como tinham saído derrotados.

Por isso, quando cheguei ao fim do jogo e este estava empatado a 93 com 2 segundos para jogar e posse de bola para os Suns, imaginei que tivesse ido a prolongamento. Pensei "os Suns tentaram e falharam um último lançamento, tivemos prolongamento e perderam aí. Não é possível terem perdido no tempo regulamentar."

Como estava enganado. Afinal, tivemos o final mais incrível da temporada. Afinal, Suns e Grizzlies relembraram-nos mais uma vez como o basquetebol pode ser imprevisível e espectacular e como, duma forma que não é possível em mais nenhum outro desporto, tanta coisa pode acontecer em tão pouco tempo.

Nesses 2.1 segundos, tivemos ainda tempo para três (3!) posses de bola. Deu tempo para Brandon Knight receber e perder a bola, para os Grizzlies marcarem dois pontos e para os Suns terem ainda uma última oportunidade para empatar:


E no cesto da vitória de Jeff Green tivemos uma execução perfeita da jogada desenhada por Dave Joerger.

A jogada começa com Courtney Lee a repor a bola, Marc Gasol a poste alto, na linha de lance livre, Zach Randolph a poste baixo do lado contrário da reposição, Mike Conley na linha de 3 pontos também do lado contrário e Jeff Green no canto do mesmo lado da reposição:



Conley corta para o lado da bola por cima de Gasol, aproveitando o bloqueio do espanhol, Zach Randolph corta pela linha de fundo também para o lado da bola e Jeff Green corta para o meio, ao encontro de Mike Conley:




Conley bloqueia então Jeff Green, ao mesmo tempo que Zach Randolph continua o seu corte para fora. Este corte de Randolph é decisivo na jogada, pois o extremo-poste dos Grizzlies é um bom lançador de meia distância, Jon Leuer não o pode deixar receber a bola ali e é obrigado a acompanhá-lo. Isso dá a Green preciosos décimos de segundo de vantagem e abre a linha de passe a Courtney Lee:

Courtney Lee contou no fim do jogo que tinha dito a Jeff Green que se visse o número do PJ Tucker atirava a bola lá para cima (ou seja, se visse as costas do jogador que estava a defender Green era sinal que este tinha ficado para trás no bloqueio e Green tinha a vantagem). E assim fez. Quando Leuer (que tinha ido com Randolph) vai ajudar e atrás do passe ja não chega a tempo de o interceptar ou de impedir o afundanço de Green:




Outros desportos podem proporcionar-nos finais espectaculares e emoções até ao último segundo. Mas mais nenhum nos consegue proporcionar um final destes e tantas reviravoltas em tão pouco tempo de jogo. É por coisas destas que we love this game.

26.11.15

O melhor afundanço esquecido de sempre?


Um power forward voador e com afundanços de cair o queixo? Antes de Blake Griffin houve o aniversariante do dia:




E o afundanço que está em 3º lugar neste top não tem o reconhecimento e o lugar devido na memória dos fãs. Não só devia ser o nº1 deste top, como é um dos grandes afundanços esquecidos na História da NBA:


É um afundanço de concurso feito em jogo. Um misto de técnica, força e capacidade atlética com um grau de dificuldade enorme. Uma jogada que, quando pensamos nos melhores afundanços em jogo de sempre, merecia estar ao lado de afundanços como o do Vince Carter sobre o Frederic Weis ou o do Blake Griffin sobre o Perkins (ou sobre o Mozgov) ou o do Jordan na cara do Ewing.

Por isso, aqui fica o nosso contributo para a correcção dessa falha. Agora deem o vosso e partilhem. Porque este afundanço não merece ser esquecido.

10.5.15

The Shots


Por esta hora, já todos viram (e provavelmente mais do que uma vez) os cestos sobre a buzina de Derrick Rose e Paul Pierce.

Mas já viram o de Rose do ângulo contrário e da primeira fila?


E já viram o de Paul Pierce de todas as perspectivas possíveis e de vários locais diferentes do pavilhão?







(via CBS Sports)


Arrepiante.

30.3.15

Abafo do ano?


Afundanços 180 e 360, já vimos muitos. Abafos desses é que não vemos todos os dias:




8.3.15

Gerald Green, o videojogo humano


Gerald Green continua a desafiar as leis da gravidade. Há uns dias, fez isto num treino:



E ontem, no jogo contra os Cavs, fez isto:



15.2.15

Curry e LaVine para a história do All Star


A noite de sábado do Fim de Semana All Star sempre valeu mais pelos momentos e performances individuais do que pelo nível ou competitividade dos concursos. Se descontarmos as raras (muito raras) vezes em que um concurso de triplos ou de afundanços é recordado na sua totalidade, pela competição e pelo despique entre dois ou mais participantes (o duelo entre Jordan e Dominique no Concurso de Afundanços de 88 ou o duelo entre Dominique e Spud Webb no de 86, por exemplo), aquilo que fica para a posteridade são as participações e as exibições extraordinárias de determinados jogadores.

Mais do que o Concurso de Afundanços de 2000, o que ficou para a história foi a performance de Vince Carter no Concurso de Afundanços de 2000. Não ficou para a história o Concurso de Triplos de 1991, mas sim a participação de Craig Hodges e os seus 19 triplos consecutivos no Concurso de Triplos de 1991. Ninguém se lembra do Concurso de Afundanços de 1991 ou do de 1992, mas todos nos lembramos de Dee Brown a insuflar as suas Reebok Pump e a afundar de olhos fechados e de Cedric Ceballos a afundar com os olhos vendados.

São as imagens e os momentos que ficam na memória colectiva e que se tornam parte do imaginário da NBA que fazem (e sempre fizeram) a história do All Star Saturday Night. E a noite de ontem acrescentou mais dois momentos a essa história. Este:


E este:



No mais antecipado concurso de Triplos de sempre, tivemos algumas desilusões (Korver e Redick), várias boas prestações na primeira ronda (Matthews, - que foi eliminado com 21 -, Thompson, Irving e Curry) e uma final anti-climática, com Klay Thompson e Kyrie Irving a perderem a mão quente da primeira ronda e a nem ficarem perto do vencedor. Mas para a história fica a ronda final de Stephen Curry e os seus 13 triplos seguidos (a segunda melhor marca de sempre, a seguir aos 19 de Hodges):

(os 27 pontos de Curry são a melhor pontuação total de sempre, mas agora os jogadores têm quatro moneyballs extra e a pontuação máxima passou de 30 para 34; na pontuação anterior, Curry teria feito 23, "apenas" a 7ª melhor pontuação de sempre)


E no Concurso de Afundanços, Zach LaVine deslumbrou. Começou com dois afundanços que fez o mundo inteiro saltar da cadeira e depois na final nem precisou de suar ou de sacar nenhum truque da manga para vencer. Quando percebeu que o concurso estava ganho, começou já a pensar no próximo concurso e guardou alguns dos seus truques para 2016 (foi o próprio que confessou na entrevista pós-concurso que tinha mais afundanços na gaveta e que no próximo ano tem mais para mostrar; e basta ir ao Youtube ver alguns dos afundanços dele para ver que é verdade).

De resto, Oladipo começou bem e fez um bom primeiro afundanço, mas foi perdendo confiança com cada afundanço de LaVine. Teve algumas boas ideias, mas não as conseguiu executar da melhor forma. E Antetokounmpo e Plumlee foram uma desilusão. Mas nada disso importará daqui a uns anos. A noite foi de LaVinesinity e é isso que vamos recordar. Conquistou milhões de fãs em todo o mundo, deixou-nos com água na boca para o ano que vem e salvou o concurso de afundanços (e tudo isso the old school way, sem teatro e sem adereços; o miúdo de 19 anos, o segundo vencedor mais novo de sempre, chegou lá, fez grandes afundanços e pronto).




Os afundanços de Zach LaVine e a ronda final de Stephen Curry vão para o Olimpo da NBA. E só por isso já foi uma All Star Saturday Night memorável.


(tivemos ainda, nos dois concursos que iniciam as festividades - os dois concursos para aquecer e divertir-nos um pouco enquanto esperamos pelos triplos e afundanços -: um Skills Challenge um bocadinho mais picadinho que o habitual e um formato que criou mais emoção e competitividade; e um threepeat de Chris Bosh - que nasceu para acertar lançamentos de meio campo neste concurso -, Dominique Wilkins e Swin Cash no Shooting Stars)

3.2.15

Dose diária de SeteVinteCinco?



Pessoal, desculpem a minha ausência nos últimos dias, mas infelizmente os últimos tempos têm sido o contrário do lema acima. O trabalho tem apertado e não tenho tido tempo para escrever tanto como habitualmente (e tanto como gostava).

No entanto, como sabem, o blogue é só um dos vértices do ecossistema SeteVinteCinco. Para além dos artigos e textos que fazemos aqui, também partilhamos diariamente conteúdos sobre o melhor basquetebol do mundo (vídeos, fotos, artigos, links, curiosidades, piadas, posts de outros e tudo o mais que nos pareça relevante/interessante/divertido) na nossa página no Facebook e no nosso perfil no Twitter

No início do SeteVinteCinco, concentrávamos todos os conteúdos aqui no blogue, desde artigos, análises e textos mais extensos a vídeos, highlights, fotos, tweets e curiosidades. Tudo o que partilhávamos, era publicado aqui. Entretanto, com o passar do tempo, fomos distribuindo os conteúdos e as partilhas pelas plataformas mais indicadas a cada coisa (o Facebook, por exemplo, presta-se mais a vídeos, highlights, fotos e afins, enquanto o blogue é melhor para artigos e textos mais extensos). 

Por isso, apesar dos posts um bocadinho menos regulares por aqui nos últimos tempos, podem continuar a ter a vossa dose diária de SeteVinteCinco no Facebook e no Twitter. Por lá, continuamos a partilhar coisas todos os dias, várias vezes ao dia e coisas que não partilhamos aqui (quem nos segue no Facebook sabe que temos, por exemplo, os Cestos à Segunda, as Citações à Terça ou os Tesourinhos à Quinta). Portanto, seja aqui ou nos outros sítios, continuamos sempre por cá. 

Obrigado pela vossa compreensão e pelas vossas visitas (aqui e nos outros sítios) e amanhã espero conseguir escrever o artigo que ando para escrever desde o fim de semana (não, não vos vou dizer sobre o que é, que é para terem de cá voltar amanhã).


(e só para esta visita não ter sido em vão - e porque nunca alguém alguma vez se fartará de ver imagens deste senhor - deixo-vos aí os melhores afundanços da carreira de Michael Jordan:

)

25.1.15

O período mais "on fire" de sempre


Sem mais palavras, deixamos aqui para a posteridade a noite histórica de Klay Thompson:


O jogador dos Warriors, para além de ter igualado o recorde de pontos desta temporada (os 52 de Mo Williams), entrou para a história da NBA como o jogador com mais pontos num período:



Foram 37 pontos, 13 em 13 em lançamentos de campo e 9 em 9 em triplos no período mais "on fire" de sempre:

A decisão de não o terem trocado por Kevin Love deve estar a parecer mais acertada que nunca, não é?

17.1.15

Poster Night


Ontem foi noite de posters (e candidatos a afundanços do ano). Foram tantos e tão bons que decidimos compilá-los aqui para a posteridade.

Em Dallas, Chandler passou por Chandler e afundou na cara de Chandler:


Em Toronto, Amir Johnson foi atacado pelo falcão Horford:


Na Florida, tivemos um ataque de Greenzly:


E em OKC, Russell Westbrook pode ter feito o afundanço da noite e o "circus shot" da noite na mesma jogada:




P.S.:
Russell Westbrook, que, para além desta jogada muito pouco usual, fez também uma exibição rara e juntou-se a uma restrita lista de jogadores com mais de 15 pontos, 15 ressaltos e 15 assistências num jogo nos últimos 30 anos:



3.1.15

Best of 2014


Para nos despedirmos de 2014 como deve ser, o que é que não pode faltar? As melhores jogadas do ano, claro.

Os 10 melhores afundanços:

(A única queixa: como é que o do Russell é apenas 8º?)

E as 10 melhores jogadas:


(e podem ver os restantes top 10 feitos pela NBA aqui)

29.12.14

Um 2014 memorável


Não é fácil resumir em 2 minutos e 30 segundos um ano tão memorável e com tantos momentos incríveis como o de 2014, mas a NBA deu o seu melhor:


8.12.14

Kaboom by NBA


Qual Quidam by Cirque du Soleil qual quê. Querem ser transportados para um mundo mágico de acrobacias aéreas inspiradoras? Deixem-se encantar por "Kaboom" by NBA, com Giannis Antetokounmpo, Jon Leuer, Andre Drummond e Russell Westbrook:

Giannis: - Afundanço da noite, já não me escapa!


Jon: - Se calhar não, Giannis, se calhar não...


Andre: - Por favor, isso é o vosso melhor?


Russell: - Miúdos, com licença:


Giannis, Jon, Andre: - ...

público: (ovação em pé, palmas apoteóticas) Bravo! Bravo! Bis, Bis!

30.5.14

O afundanço dos playoffs?


Ontem não foi a noite dos Thunder e não houve muita coisa a correr-lhes bem. Mas foi deles (e do seu base) o momento da noite. Russell Westbrook, com um trovão que se ouviu no mundo inteiro:


3.5.14

X's e O's - O cesto que resume a temporada dos Rockets


Já todos devem ter visto o cesto de Damian Lillard que deu a vitória no jogo e na série aos Blazers (e se não viram, façam um favor a vocês próprios, saltem já para a parte do vídeo e vejam). Com tão pouco tempo para apanhar a bola e lançar (e só havia mesmo tempo para isso), é um lançamento extraordinário do base dos Blazers e mais um momento memorável desta já memorável primeira ronda. 

E é também uma jogada muito rara. Não é todos os dias que temos um buzzer beater a fechar uma série (a última vez que isso aconteceu foi em 1997, quando John Stockton fez um triplo sobre a buzina no jogo 6 da final de conferência e eliminou - também! - os Rockets) e este vai ser um momento para ver, rever e recordar por muito tempo:



Mas é também uma falha defensiva (uma tripla falha!) dos Rockets e uma jogada que resume a época da equipa de Houston.

Primeira falha: com três jogadores exteriores dos Blazers (Lillard, Matthews e Mo Williams) daquele lado do campo, os defensores podiam trocar em todos os bloqueios porque não criavam nenhum mismatch. Qualquer um dos três defensores dos Rockets que ali estavam (Parsons, Beverley e Harden) podia defender qualquer um dos três Blazers.


Segunda falha: se não era para trocar em nenhum bloqueio e o plano era cada defensor ficar com o seu homem, Parson tinha de estar muito mais perto de Lillard (colado ao jogador dos Blazers) e reagir muito mais rápido. Parson demorou muito a ir atrás dele e ficou bastante para trás no corte de Lillard:


Terceira falha: Terrence Jones não pressionou minimamente a linha de passe a Nicolas Batum, que estava a repor a bola, e o jogador francês teve uma linha de passe directa e fácil para Lillard:


Batum fez um passe de peito fácilimo, Lillard teve espaço para lançar e os Rockets tiveram distracções a mais numa jogada tão decisiva (era uma jogada que decidia a temporada, caramba!). Um lapso defensivo que resume bem a sua época: uma equipa com um ataque poderoso (um dos melhores e mais prolíficos da NBA), mas com uma defesa ainda abaixo do nível necessário para ser uma candidata ao título. Quem defende assim, não pode aspirar a ser campeão.

24.4.14

Os melhores afundanços deste belo ano de 2014


Para o top de afundanços do ano, fazemos copy-paste do que escrevemos sobre o top das jogadas do ano:

"Falta aqui uma jogada ou duas do Gerald Green e tenho dúvidas sobre o primeiro lugar, mas é um top 10 do c#$%&@:"


22.4.14

As melhores jogadas deste belo ano de 2014


Faltam aqui uma ou duas jogadas do Gerald Green (injustiça que será compensada no top 10 de afundanços, seguramente) e temos dúvidas sobre o primeiro lugar, mas é um top 10 do c@#$%&*: