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16.3.14

Bater Bolas - Zen Master nos Knicks


Pessoal, vamos fazer uma remodelação no Bater Bolas e na Conversa de Bancada. Basicamente, vamos deixar-nos de edições cruzadas, tornar definitivo o que já tem acontecido nos últimos tempos e transformar essas duas rubricas numa única rubrica dividida pelos dois dias.
Assim, em vez de Bater Bolas ao domingo e Conversa de Bancada à segunda, vamos passar a ter um BATER BOLAS dividido pelos dois dias. Ao domingo, lançamos um tema para discussão e no dia seguinte mandamos o nosso bitaite sobre esse tema.

Como tem acontecido nas últimas semanas, ao domingo é a vez de deixarem aí as vossas opiniões, à segunda é a vez de deixarmos a nossa.

E esta semana, vamos falar disto:

imagem: NBA Memes

Será que Phil Jackson vai fazer magia e dar a volta aos Knicks ou será que nem com magia vão lá? Será que alguma equipa alguma vez será campeã com Carmelo Anthony como principal jogador? Será que o Zen Master é capaz de construir uma equipa campeã à volta de Carmelo ou será que nem todos os truques de Jackson serão suficientes para Carmelo alguma vez ser campeão? 


(esta semana, como é a primeira vez e para quem estava à espera de encontrar a Conversa De Bancada na segunda, deixaremos o nosso bitaite só na terça; nas semanas seguintes, já sabem: podem deixar as vossas opiniões ao domingo - ou durante a segunda, claro - e deixamos a nossa à segunda; e podem continuar a enviar questões e sugestões; coisas que queiram ver discutidas e respondidas é enviar por email - setevintecinco@gmail.com - ou por mensagem no facebook)

10.3.14

Bater Bolas / Conversa de Bancada - os nossos europeus para o topo




Que ex-jogadores merecem essa honra e que jogadores ainda no activo merecerão essa honra quando se retirarem? Só dois são óbvios e terão, com certeza, os seus números retirados pelas suas equipas no futuro próximo. Depois há uma meia dúzia de nomes que poderão ser considerados, mas não têm essa honra garantida. Comecemos pelos primeiros:



Dirk Nowitzki
É o melhor jogador da história dos Mavs, conduziu-os ao melhor período da sua história (e ao único título da equipa, em 2011) e a única dúvida é quando é que o número 41 será retirado. Prevê-se que não muito tempo depois dele se retirar.



Tony Parker
Idem para o base francês dos Spurs. É um dos vértices do trio que liderou os Spurs na era mais bem sucedida da história da equipa, ganhou o prémio de MVP das Finais em 2007 e já faz parte do lote dos melhores de sempre em San Antonio.


E depois os discutíveis:

Pau Gasol
O caso do Gasol mais velho é bicudo e não é porque é o saco de pancada favorito dos fãs dos Lakers. É que a fase mais bem sucedida da sua carreira passou-a em Los Angeles, mas os Lakers são uma equipa com uma longuíssima história e não retiram um número por dá cá aquela palha. O espanhol tem dois títulos, três selecções para o All Star e seis anos de topo em Los Angeles, mas será que está entre os melhores Lakers de sempre? Nesta equipa, esse currículo não deve chegar para ver o seu número lá em cima.
Nos Grizzlies, foi Rookie do Ano e All Star uma vez. O que, numa equipa tão recente (entraram na NBA em 95) e sem história, chega para ser um dos melhores dessa curta história (e deter quase todos os recordes históricos da equipa: pontos marcados, ressaltos, desarmes, lançamentos tentados, lançamentos marcados, lances livres, etc). Os Grizzlies ainda não têm nenhum número retirado, por isso, devem reconhecê-lo e recordá-lo como a primeira grande estrela que a equipa teve. O público recordará melhor a carreira de Gasol nos Lakers, mas é em Memphis que ele deverá ter o seu número retirado.

Marc Gasol
O Gasol mais novo é já outro dos melhores Grizzlies de sempre (e deverá solidificar esse lugar nos próximos anos), mas também mais pela falta de história da equipa do que pelos seus feitos. De qualquer forma, tem (até agora) um Jogador Defensivo do Ano e uma selecção para o All Star, o que, numa equipa sem títulos e conquistas, pode chegar para ver o seu número imortalizado. Os Grizzlies podem fazer a primeira retirada dos números de dois irmãos pela mesma equipa (e já ficam com algo único e memorável na sua história).

Joakim Noah
Este é outro caso um pouco semelhante ao de Pau Gasol (e, para piorar, sem títulos). Noah é um dos melhores da sua era, um dos melhores Bulls dos tempos recentes. Mas esta equipa também já teve muitos nomes históricos (alguns mesmo muito históricos!) e sucessos estratosféricos em eras anteriores. Pelo que Noah não tem ainda currículo para ver o seu número retirado. Daqui a uns anos talvez, vamos ver em que lugar da história dos Bulls estará quando terminar a carreira.

Peja Stojakovic
Em oito anos em Sacramento, foi três vezes All Star, duas vezes campeão do Concurso de Triplos e um dos melhores atiradores de sempre da equipa (e, na história da NBA, é o sexto jogador com mais triplos marcados). Numa equipa sem grandes pontos altos na sua história, o sérvio foi um dos melhores Kings do seu tempo e o seu tempo foi o mais bem sucedido da história dos Kings. Serão credenciais suficientes para merecer a retirada? Não é garantido, mas acreditamos que sim.

Rik Smits
O poste holandês passou toda a carreira nos Pacers e era o segundo melhor jogador nas boas equipas dos Pacers dos anos 90 (a seguir ao histórico Reggie Miller). Tal como Stojakovic, foi um dos melhores Pacers do seu tempo e o seu tempo foi o mais bem sucedido da história da organização. E, no 40º aniversário da equipa, foi escolhido pelos fãs para o melhor cinco de sempre dos Pacers (foi o quarto mais votado, atrás de Reggie Miller, Jermaine O'Neal e Mel Daniels), por isso seria uma escolha que todos em Indiana iriam apoiar. E com justiça.

Arvydas Sabonis
Se julgarmos exclusivamente pelos anos que passou nos Blazers, não justificaria a retirada. Mas o caso de Sabonis é um caso muito particular. É uma lenda do basquetebol mundial e aquele jogador que todos se interrogam como teria sido se tivesse ido para a NBA mais cedo. Por isso ninguém se chateará se os Blazers considerarem a carreira total do lituano (na Europa e na NBA) e imortalizarem o facto de um dos melhores postes de sempre e uma das maiores lendas do basquetebol mundial ter jogado na sua equipa.



Enquanto isso, Heat e Pacers vão na pior série de derrotas consecutivas da temporada. Será razão para entrar em pânico? No próximo artigo daremos a (nossa) resposta.

9.3.14

Bater Bolas / Conversa de Bancada - Europeus no topo


Para nós, é sempre um orgulho ver jogadores do Velho Continente a terem sucesso na NBA e motivo de alegria ver os seus nomes imortalizados na história da liga. E Zydrunas Ilgauskas é um dos jogadores europeus com uma das mais longas e bem sucedidas carreiras na NBA. 

Apesar das lesões que o impediram de atingir um nível ainda superior, o poste lituano foi o MVP do Rookie Challenge e All-Rookie First Team em 98, foi duas vezes All Star (em 2003 e 2005) e terminou a sua carreira como líder histórico dos Cavs em jogos (771), ressaltos ofensivos (2336), ressaltos totais (5904) e desarmes (1269) e o segundo em pontos marcados (10616; atrás apenas dos 15251 de LeBron James).


Ontem a equipa de Cleveland reconheceu esse lugar de Ilgauskas na história da equipa e retirou o seu número 11:


O poste lituano tornou-se apenas no terceiro jogador europeu (depois de Drazen Petrovic e Vlade Divac) a ter o seu número retirado por uma equipa da NBA. Mas com cada vez mais europeus a jogar e a ter sucesso na liga norte-americana, esse número deve crescer nos próximos anos.

Por isso, esse é o tema que lançamos hoje na CONVERSA DE BANCADA e o que vos perguntamos é: que outros jogadores europeus merecem ter o seu número imortalizado no topo de um pavilhão da NBA? Que ex-jogadores merecem essa honra e que jogadores ainda no activo terão essa honra quando se retirarem?

3.3.14

Bater Bolas / Conversa de Bancada - o nosso Monte Rushmore


Com 68 anos de NBA e tantos jogadores extraordinários que já passaram pelos seus campos nessas mais de seis décadas, não é fácil escolher apenas quatro para figurar num hipotético monumento dos melhores de sempre. Não é fácil? É extraordinariamente difícil e uma tarefa inevitavelmente condenada à injustiça. Porque, ao escolher apenas quatro, tantos jogadores que fazem (e farão sempre) parte da história da liga terão de ficar obrigatoriamente de fora. Nenhuma história da NBA será alguma vez justa ou estará alguma vez completa só com quatro nomes.

E como se escolher entre tantos jogadores ímpares não fosse já suficientemente difícil, comparar eras e jogadores de diferentes é uma tarefa muito difícil, se não mesmo impossível. Podemos (e iremos) sempre especular como seria se jogador x jogasse hoje ou se jogador y tivesse jogado noutra década, mas essas são questões às quais nunca teremos resposta. A única coisa que sabemos com certeza é aquilo que eles fizeram no seu tempo, contra os seus contemporâneos e o papel e lugar que conquistaram na história. 

E foi esse o meu principal critério para escolher o meu Monte Rushmore. Entre todos os grandes jogadores que o mundo já viu e entre todas as extraordinárias estatísticas e números individuais e colectivos, quais seriam os quatro que escolheríamos para fazer uma história resumida da liga, os quatro que representam os pontos mais altos da liga e os píncaros desses 68 anos de história. Num monumento, a importância histórica conta. Por isso, é este o meu Monte Rushmore:


Bill Russell e Wilt Chamberlain são os homens dos recordes inigualáveis. Bill Russell tem os recordes colectivos imbatíveis (nunca ninguém vai voltar a ganhar 11 anéis de campeão e oito títulos seguidos) e Wilt Chamberlain é o homem dos recordes individuais imbatíveis (nunca ninguém deverá bater os seus 100 pontos num jogo e nunca ninguém baterá os seus 50.4 pts e 25.7 res de média numa temporada!). Jogaram noutro tempo e não teriam estes recordes se jogassem agora? Provavelmente. Mas foram os maiores responsáveis pelo nascimento do basquetebol como o conhecemos e ninguém lhes pode retirar (ninguém conseguirá retirar) o seu lugar na história (e desconfio que seriam enormes jogadores fosse qual fosse a era em que jogassem).

Michael Jordan não preciso justificar, certo? O melhor de todos os tempos só não ficava com um dos lugares neste monte se fizessem outro monte só para ele.

Estes três anteriores acho que são obrigatórios em qualquer monumento à NBA. Já a escolha para o último lugar no monte é, confesso, pessoal e subjectiva. Magic Johnson é o meu jogador preferido de todos os tempos e não o podia deixar de fora. Magic é a razão porque me apaixonei pela NBA e desconfio que não sou o único. Foi um dos dois jogadores que marcaram a época de ouro dos anos 80 (e aceito quem escolher o outro, Larry Bird, para este lugar) e elevaram a liga a um patamar internacional. E aquele sorriso e aquela magia que espalhou pelos campos e que conquistou tantos e tantos fãs merecem ser imortalizados em pedra.

2.3.14

Bater Bolas / Conversa de Bancada - O Monte Rushmore da NBA


LeBron já disse o seu (e Bill Russell já respondeu), Kobe já disse o seu, Durant já disse o seu e muitos outros jogadores e ex-jogadores disseram os seus, mas a questão não está encerrada sem dizermos os nossos. O Ricardo Brito Reis perguntou qual era o nosso Monte Rushmore, por isso, vamos fazer mais uma daquelas edições cruzadas BATER BOLAS / CONVERSA DE BANCADA sobre o tema. 

Hoje, dizem-nos qual é o vosso e amanhã dizemos qual é o nosso. Por isso, digam-nos: quais os quatro jogadores que colocavam num Monte Rushmore da NBA?

24.2.14

Conversa de Bancada - Quem vai aos playoffs?


Na semana passada, quisemos saber as vossas escolhas para os prémios individuais da temporada. Na CONVERSA DE BANCADA desta semana passamos do individual para o colectivo. Com menos de 30 jogos para terminar a temporada regular, aproximamo-nos rapidamente da fase decisiva desta primeira fase. E se várias equipas (como se esperava) têm já a presença praticamente garantida nos playoffs, várias outras lutam arduamente por um lugar nessa fase.


No Este, a seguir a Heat e Pacers, está tudo completamente em aberto. O 4º (Bulls) e o 11º (Knicks) estão separados por 9 jogos e tudo parece possível de acontecer até Abril. No Oeste, Warriors, Suns, Mavs e Grizzlies estão separados por apenas dois jogos e uma destas vai ficar, provavelmente, fora dos playoffs.

Por isso, o que perguntamos hoje é: Quais são as oito equipas de cada conferência que se vão apurar para os playoffs?

19.2.14

Os prémios da (meia) temporada


Na última CONVERSA DE BANCADA disseram quem, da vossa justiça, vai na frente da corrida para cada um dos prémios individuais da temporada. Entre algumas escolhas mais unânimes (como a do MVP) e outras mais divididas (como a do Defensor do Ano), tivemos muitas e variadas opiniões. Hoje é a nossa vez. Aí ficam os nossos líderes na corrida para cada um dos troféus:




MVP - Kevin Durant
Esta sempre foi uma corrida com dois claros favoritos (para além de Durant e LeBron, apenas Chris Paul e LaMarcus Aldridge ameaçavam entrar na luta) e Durant tomou claramente a dianteira nos últimos meses. O jogador dos Thunder tem tudo para ganhar o prémio e era preciso uma hecatombe do próprio ou uma segunda parte de temporada sobre-humana de Lebron para o impedir de ganhar. Tem o contexto (mesmo sem Westbrook mantém os Thunder no topo da liga, com exibições heróicas) e os números (31.5 pts, 8.8 res, 5.5 ast e 30.9 de PER!) para estar claramente à frente desta corrida.

perseguidor: LeBron James

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Defensor do Ano - Roy Hibbert
Este também não nos oferece muitas dúvidas. Hibbert é o melhor defensor e a âncora da melhor defesa da liga (e a melhor, destacada: os Pacers sofrem 90.5 pts/jogo e a única equipa que se aproxima são os Bulls, com 92.4; a 3ª melhor são os Grizzlies com 94.5) e é o jogador com o maior impacto defensivo em toda a NBA (tem o melhor Def Rtg da liga, com 94, o que quer dizer que os Pacers sofrem apenas 94 pontos por cada 100 posses de bola quando ele está em campo). É ainda o segundo da liga em desarmes de lançamento (2.5/jogo) e o 1º na percentagem de lançamento dos adversários junto ao cesto (41.6%).
E não são só os números que o justificam. Para além dos desarmes e das coisas que aparecem nas estatísticas, Hibbert é exemplar nas ajudas e na protecção do cesto e é o mestre dos 2.9 segundos. Ninguém usa o tempo que pode ficar no garrafão (sem fazer 3 segundos defensivos) melhor que o poste dos Pacers.

perseguidores: Anthony Davis, LeBron James

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Rookie do Ano - Michael Carter-Williams
MCW é o melhor rookie em pontos (17.1; Trey Burke é 2º, com 12.5), assistências (6.3; Burke é 2º, com 5.5) e roubos de bola (2.1; Victor Oladipo é 2º, com 1.4). Numa colheita de rookies fraca, esses três são os únicos candidatos e a escolha é fácil.

perseguidores: Victor Oladipo, Trey Burke

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Treinador do Ano - Jeff Hornacek
O que é mais difícil? Tornar uma equipa boa numa muito boa ou pegar numa equipa má e torná-la boa? Vogel era um dos que merecia ganhar no ano passado e se ganhar este ano (pela continuação do trabalho de anos anteriores e pela continuação do desenvolvimento dos jovens Pacers) o prémio não estará mal entregue. Mas o trabalho que Hornacek tem feito nos Suns tem sido notável. Ninguém imaginava que, em fevereiro, os Suns estariam onde estão (6º lugar do Oeste, com 31-21) e a jogar como estão. Esta equipa é um exemplo consumado de jogo colectivo, superação e do princípio de que uma equipa deve ser mais do que a soma das suas partes.

perseguidor: Frank Vogel

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Melhor Sexto Homem - Jamal Crawford
Ginobili continua, aos 36 anos, a contribuir de forma significativa nos Spurs, Gibson é um dos jogadores que deu um salto este ano e afirma-se como o futuro power forward titular dos Bulls e Markieff Morris é um dos jogadores que mais frutos está a colher do trabalho de Jeff Hornacek, mas nenhum suplente tem sido tão importante para a sua equipa como Crawford para os Clippers.
Marca mais do que muitos titulares (18.7/jogo) e é uma peça fundamental no ataque dos Clippers, que, com as lesões de Paul e Redick, muito têm precisado do seu ataque instantâneo e da sua capacidade de criar lançamentos.

perseguidores: Manu Ginobili, Taj Gibson, Markieff Morris

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Jogador Mais Evoluído - Lance Stephenson
Este é sempre o prémio mais subjectivo e mais difícil de avaliar de todos. Há mil e uma possibilidades de um jogador evoluir e melhorar a sua produção (um jogador do fundo do banco numa equipa que tem uma oportunidade e um aumento de minutos noutra equipa, um jogador mediano que dá o salto para o topo, um jogador jovem que continua o seu desenvolvimento natural, uma estrela que melhora algum aspecto do seu jogo, etc) e há, por isso, sempre inúmeros candidatos possíveis.
Podíamos escolher DeRozan por ter dado o salto de jogador mediano para All Star, Paul George por ter dado o salto de All Star para super-estrela e "franchise player", Dragic por ter melhorado bastante os números apesar de jogar praticamente os mesmos minutos, Markieff Morris por ter passado de irrelevante para suplente valioso, Robin Lopez por continuar a evoluir e a trabalhar no seu jogo ofensivo ou mais uma mão cheia de jogadores por uma mão cheia de razões diferentes.

Mas a nossa escolha vai para o shooting guard dos Pacers, que não só quase dobrou os seus números (8.8 pts, 3.9 res e 2.9 ast em 2012-13; 14.1 pts, 7.2 res e 5.2 ast em 2013-14), como passou de jogador promissor, mas irregular e com um papel secundário na equipa para peça fundamental da equipa.
No ano passado, a ideia de Stephenson como possível All Star seria completamente descabida e, como já dissemos antes, só o facto de este ano ter entrado nessa discussão é a prova de como ele evoluiu e se tornou um jogador muito completo.

perseguidores: DeMar DeRozan, Paul George, Goran Dragic, Reggie Jackson, Robin Lopez, Markieff Morris

17.2.14

Conversa de Bancada - os prémios da temporada



A pausa do All Star marca o meio (oficial) da temporada regular. E o que é que isso significa? Balanços de meio da temporada. Por isso, na CONVERSA DE BANCADA de hoje queremos saber as vossas previsões para os prémios individuais da época. Digam-nos quem, da vossa justiça, vai na frente da corrida para cada um dos troféus:

- MVP
- Defensor do Ano
- Rookie do Ano
- Treinador do Ano
- Melhor Sexto Homem
- Jogador Mais Evoluído

10.2.14

Conversa de Bancada - Best of All Star


Pessoal, antes de mais, as minhas desculpas pela ausência de ontem e pela ausência do habitual Bater Bolas, mas estive fora este fim de semana e não cheguei a tempo de responder às vossas questões. Continuem a enviá-las (para setevintecinco@gmail.com ou por mensagem no facebook) que são todas lidas e responderemos a algumas delas nos próximos Bater Bolas.

Mas hoje, como habitualmente, é dia de CONVERSA DE BANCADA e, na semana do All Star, o que vos perguntamos é: qual a vossa melhor recordação e o vosso momento preferido de sempre do All Star?



O Concurso de Afundanços de 88? Os 19 triplos seguidos de Craig Hodges no Concurso de Triplos de 91? O regresso de Magic no All Star de 92? Vince Carter no concurso de afundanços de 2000? A despedida de Michael Jordan em 2003? Ou outro dos tantos e tantos momentos memoráveis dos 62 anos de história do All Star? Digam-nos qual é o vosso.

3.2.14

Conversa de Bancada - Candidatos ao título


A notícia do fim de semana foi a ida de Andrew Bynum para os Pacers e uma equipa já forte (a mais forte da liga até agora) ficou ainda mais forte. Enquanto isso, os Thunder continuam no topo da conferência mesmo sem Westbrook, uns Heat em velocidade de cruzeiro são suficientes para se manterem também nos primeiros lugares e os Spurs continuam a desafiar o tempo (e as lesões) e a manterem-se lá em cima. Temos ainda os Blazers, que já não são uma surpresa e são uma equipa a ter em conta e os Clippers, que, sem Chris Paul, se aproximam das equipas que vão na frente.


Por isso,  hoje vamos falar de candidatos ao título. Com a contratação de Andrew Bynum serão os Pacers os maiores candidatos ao título no Este e na liga? Ou será que os Thunder quando tiverem Westbrook de volta são os maiores favoritos? Ou será que os Heat metem uma mudança acima quando chegarem os playoffs e continuam a ser a equipa a bater? Poderão os Spurs repetir a caminhada do ano passado? Ou os Clippers ou os Blazers podem surpreender e ir até ao fim?

É esse o tema que lançamos para a CONVERSA DE BANCADA de hoje: qual destas equipas (ou outra) é o maior candidato ao título neste momento?

28.1.14

Bater Bolas / Conversa de Bancada - os nossos suplentes do All Star



Depois das vossas escolhas para os suplentes do All Star, é a vez das nossas na segunda parte desta edição cruzada BATER BOLAS / CONVERSA DE BANCADA. Como diz o Madre, se calhar ninguém merece vestir aquelas camisolas, mas aqui ficam as nossas escolhas para os bancos do All Star Game:


OESTE

Chris Paul
James Harden
Damian Lillard
LaMarcus Aldridge
Dwight Howard
DeMarcus Cousins
Anthony Davis


ESTE

John Wall
Kyle Lowry
Jeff Teague
Roy Hibbert
Chris Bosh
DeMar DeRozan
Paul Millsap


A linha de raciocínio no Oeste foi fácil. Metemos todos os jogadores que mereciam sem dúvida ir e ficaram logo preenchidas seis vagas. E para quem tem dúvidas sobre DeMarcus Cousins por causa do recorde da equipa ou da sua falta de maturidade, em relação ao primeiro argumento, a eleição para o All Star é uma distinção individual. O recorde das equipas pode ser um argumento válido entre dois jogadores com uma produção semelhante ou aproximada. Nesse caso, o recorde da equipa pode desempatar. Mas quando se tem números muito melhores que a concorrência, o recorde da equipa não pode ser razão para não ser escolhido. E os de Cousins (22.6 pts, 11.6, 3 ast, 1.8 rb e 1.2 dl) são esclarecedores.

Quanto à maturidade, sim, Cousins tem de ganhar mais juízo e ser mais assertivo, mas isso só mostra o jogador assustador que ele pode ser. Se sem atingir o máximo do seu potencial tem estes números, imagine-se com mais juízo naquela cabeça. Mas, mais uma vez, com estes números é impossível deixá-lo de fora.

Restava então só uma vaga e aí tínhamos seis hipóteses: Dirk Nowitzki, Tony Parker, Anthony Davis, Mike Conley, Monta Ellis e Goran Dragic. Conley, Ellis e Dragic estão a fazer as melhores temporadas das carreiras, mas ficam um bocadinho atrás dos outros três (em números e/ou em eficácia). Já entre Parker, Davis e Nowitzki foi uma escolha muito difícil. 

Custa-nos deixar o francês de fora, mas porque já tínhamos três outros jogadores de backcourt e o jogador dos Spurs fica uns pozinhos atrás dos outros dois, não podíamos ir para ele. Depois entre Nowitzki e Davis foi outra escolha quase impossível. Nowitzki, aos 35 anos, continua a fazer números de elite (21.2 pts, 6 res, 3 ast, 1 rb, apenas 1.4 to e um PER de 23.2) e continua a ser o maior responsável pela temporada positiva dos Mavs. Mas Davis está com números ainda melhores (20.1 pts, 10.5 res, 3.1 dl, 1.6 rb e um PER de 26.2 - que é coisa já mesmo de elite) e está a afirmar-se como um dos melhores power forwards da conferência (e da liga).

__

No Este, a coisa foi mais complicada. Seguindo o mesmo raciocínio, começámos por aqueles que achamos que merecem sem dúvida ir. Mas aqui só preenchemos cinco vagas. 
Depois tínhamos quatro hipóteses de backcourt (DeRozan, Afflalo, Stephenson e Joe Johnson), e quatro de frontcourt (Millsap, Noah, Jefferson e Deng).

Joe Johnson? Uns furos (leia-se, números) atrás. Não. Os outros três têm números aproximados (DeRozan e Afflalo marcam mais pontos, mas Stephenson faz mais ressaltos e mais assistências). E aqui entraram os factores "sucesso da equipa" e "responsabilidade nesse sucesso" para desempatar. Afflalo perde por razões óbvias e entre DeRozan e Stephenson é à justa. Os Pacers estão em primeiro no Este, mas isso é menos inesperado que o quarto lugar dos Raptors. E Stephenson tem muito mais ajuda nos Pacers que DeRozan nos Raptors, por isso fomos para este último.

Para a última vaga, dois jogadores destacam-se entre aqueles quatro: Paul Millsap e Al Jefferson. E entre estes dois ex-companheiros de equipa, com números aproximados (17.7 pts, 8.2 res, 2.9 ast, 1.7 rb, 1.2 dl e um PER de 20.3 para Millsap; 18.9 pts, 10.5 res, 2.1 ast, 0.9 rb, 1.2 dl e um PER de 21 para Jefferson), entra de novo o nosso critério para o desempate. Millsap está a ser um dos grandes responsáveis pela manutenção do terceiro lugar dos Hawks depois de perderem Al Horford, por isso leva a nossa última vaga.

26.1.14

Bater Bolas / Conversa de Bancada - Os suplentes do All Star


O que é que vem a seguir aos titulares do All Star Game? Esta semana vamos fazer mais uma edição cruzada BATER BOLAS / CONVERSA DE BANCADA para discutir quem são os jogadores que merecem um lugar entre os 7 suplentes de cada conferência. Deixem-nos aí hoje as vossas escolhas e amanhã deixamos aí as nossas.

Digam-nos lá então quem são os 14 jogadores (sete do Este e sete do Oeste) que merecem vestir estas camisolas daqui a três semanas em Nova Orleães:


20.1.14

Conversa de Bancada - All Star Saturday Night


No sábado, Paul George deixou-nos a todos de queixo caído com o Afundanço do Ano (pelo caminho recordando-nos de Vince Carter e do Concurso de Afundanços de 2000) e ontem deixámos aqui as nossas escolhas para os titulares do All Star Game


Por isso hoje, a propósito de grandes afundanços e do All Star, a CONVERSA DE BANCADA que lançamos é: que jogadores gostavam de ver na noite de sábado do All Star Weekend, nos Concursos de Afundanços e Triplos? Digam-nos cinco jogadores que queriam ver no Concurso de Triplos e cinco que queriam ver no de Afundanços (e, já agora, porquê).

17.1.14

Os All Stars do SeteVinteCinco


Últimos dias para votarem nos nossos/vossos All Stars. As votações estão abertas até segunda feira, dia 20, e no dia 23, quando forem anunciados os resultados oficiais, anunciaremos também os nossos (e veremos quão semelhante ou diferente da votação mundial será a nossa). Quem serão os All Stars para os leitores do SeteVinteCinco?


13.1.14

Bater Bolas e Conversa de Bancada - Afundanço ou não afundanço?


Ontem foi a vossa vez, hoje é a nossa. Aqueles lançamentos demolidores de Blake Griffin sobre Mosgov, Perkins e Humphries são afundanços ou não? 





Nessas três jogadas, Blake Griffin não empurra a bola através do aro e nem sequer toca neste, mas antes atira a bola com violência a muito curta distância. Poderá ser um afundanço?

Um dos argumentos referidos para ser um afundanço (ou uma espécie de afundanço) é o facto de Griffin atirar a bola de cima para baixo. Mas também temos ganchos que são feitos acima do nível do aro (como o "sky hook" de Kareem). Esse tipo de lançamentos são feitos, muitas vezes, acima do aro e a trajectória da bola começa acima do aro e ninguém chamaria a isso um afundanço. 

É certo que esse tipo de lançamentos costumam ter arco. E esse é outro argumento também referido para o de Griffin poder ser um afundanço: o facto de neste caso, ao contrário dos ganchos, a bola não levar qualquer arco, já ter atingido o seu ponto quando sai da mão do jogador e a trajectória ser sempre descendente (Griffin atira a bola para baixo). Mas muitos lançamentos curtos de Shaquille O'Neal, por exemplo, também não tinham arco e ele atirava a bola para o cesto (muitas vezes de cima para baixo e às vezes a dois metros  ou mais do cesto). E também ninguém lhes chamaria afundanços (eram/são "jump hooks").

E não nos parece que a distância altere isso e mude o nome do lançamento. Sejam feitos a dois metros ou a 20 centímetros do cesto, continuam a ser "jump hooks" (em português, poderemos chamar-lhes um gancho curto?).

Se calhar devemos ir à origem e ao significado exacto da palavra. O termo "slam dunk" foi inventado nos anos 60 pelo histórico narrador dos Lakers, Chick Hearn (antes disso, era um "dunk shot").

Quanto ao significado exacto das palavras, "Slam" significa "atirar com força" ou "atirar provocando barulho" (como em "bater com a porta"; "he slamed the door"). "Dunk" significa "mergulhar" (como na marca Dunkin' Donuts, "afundar/mergulhar/afundar o donut no café"). 

Portanto, "slam dunk" pode ser traduzido de forma literal como "mergulhar com força" ou "afundar com força". Blake Griffin não mergulha ou afunda a bola no aro. Ele atira. E atirar é diferente de mergulhar. Usando o exemplo da Dunkin' Donuts, se alguém atirar um donut para dentro do café, não o mergulhou no café.

Por isso, na nossa opinião, não, aqueles lançamentos demolidores de Blake Griffin não são afundanços (e sim, o "afundanço" com que Dwight Howard ganhou o Concurso de Afundanços em 2008, também não é). Podemos não lhe chamar lançamento de curta distância ou jump hook e ter de inventar um novo nome para aquele gesto técnico (throwdunk? arremesso? remate de vólei?), mas afundanço não lhe podemos chamar.



No próximo domingo regressamos à edição normal do Bater Bolas. Já sabem, enviem as vossas questões para o nosso email (setevintecinco@gmail.com) ou por mensagem no facebook e aos domingos respondemos aqui. 

12.1.14

Bater Bolas e Conversa de Bancada - Afundanço ou não afundanço?


Como sabem e como temos feito nas últimas semanas, aos domingos respondemos às vossas questões no Bater Bolas e às segundas lançamos um tema para vocês discutirem na Conversa de Bancada. Mas esta semana vamos fazer a coisa um bocadinho diferente. Como hoje estou com trabalho para fazer e sem tempo para escrever o habitual Bater Bolas, vamos fazer um Bater Bolas/Conversa de Bancada em simultâneo e dividido em duas partes.

Hoje, lançamos para a discussão um tema sobre o qual alguns de vocês nos enviaram questões e amanhã mandamos o nosso bitaite sobre o mesmo.


E, como já devem ter percebido pela imagem, o tema é: os afundanços (ou não-afundanços) de Blake Griffin. Aqueles lançamentos demolidores do jogador dos Clippers sobre Mosgov, Perkins e, esta  semana, Humphries, em que ele atira a bola com violência para o cesto, mas sem chegar a tocar no aro. É um afundanço? Não é? Pode ser considerado como tal? É um lançamento de curta distância? É um novo tipo de lançamento? Um throwdunk? E porquê?

Deixem aí as vossas respostas e amanhã deixaremos aí a nossa.

8.1.14

Os nossos All Stars


Já votaram nos nossos/vossos All Stars? Como anunciámos na semana passada, até dia 20 estamos a fazer uma votação entre os leitores do SeteVinteCinco (para compararmos depois com a votação mundial). Quem irão ser os nossos All Stars?




(não se esqueçam que têm de votar segundo as regras da NBA e têm, por isso, de escolher dois jogadores de backcourt e três de frontcourt)

6.1.14

Conversa de Bancada - Estes Guerreiros são de verdade?


Na Conversa de Bancada de hoje, lançamos a discussão sobre a equipa mais quente da liga neste momento: os Golden State Warriors. Dissemos em Outubro, no Boletim de Avaliação da equipa, que foram um dos vencedores da offseason e iriam ser uma das equipas mais excitantes de seguir este ano. E não estão a desiludir. 

Depois de um começo um pouco irregular (também por culpa da lesão de Iguodala e de lesões em todos os postes suplentes), vão com 9 vitórias seguidas e já estão em 4º lugar do Oeste, com 23-13 (e 16-3 nos jogos em que tiveram todos os titulares disponíveis). 

Com os Clippers (5ºs) sem Chris Paul durante (pelo menos) o próximo mês e meio e uns Rockets (6ºs) irregulares, vão deixar essa concorrência para trás e ficar nos quatro primeiros da conferência (e conquistar a vantagem-casa para os playoffs)? E depois nos playoffs, poderão fazer melhor que no ano passado? Até onde podem ir Stephen Curry e estes Warriors?

30.12.13

Conversa de Bancada - os nossos All Stars


A Conversa de Bancada de hoje vai ser um bocadinho diferente. Em vez de lançar um tema para debatermos, vamos lançar uma votação. A propósito das nossas escolhas para os titulares do All Star Game, o André Santos fez a sugestão de fazermos uma votação entre os leitores do SeteVinteCinco para ver quem seriam os escolhidos e para depois compararmos os resultados dessa votação com os da votação oficial. Parece-nos uma excelente ideia, por isso, cliquem no link abaixo para votar e dizer-nos quem são os vossos escolhidos para os cincos de Este e Oeste.

(não se esqueçam que têm de votar segundo as regras da NBA e têm, por isso, de escolher dois jogadores de backcourt e três de frontcourt)




Tal como na NBA, as votações decorrerão até dia 20 de Janeiro e no dia 23, quando forem anunciados os resultados oficiais, anunciaremos também os nossos resultados (e ver quão semelhante ou diferente da votação mundial será a nossa).

23.12.13

Conversa de Bancada - o melhor power forward é...


Ontem, a propósito do surpreendente sucesso dos Blazers, dissemos que LaMarcus Aldridge está a fazer a melhor temporada da sua carreira. Mas LA não é o único power forward a ter uma grande temporada de 2013-14. Kevin Love continua a fazer números impressionantes regularmente, Blake Griffin está a lançar melhor que nunca de meia distância, Anthony Davis está a confirmar todo o seu potencial, jogadores como Serge Ibaka e Greg Monroe estão cada vez melhores e veteranos como Dirk Nowitzki e Tim Duncan continuam a jogar a alto nível depois dos seus 35ºs aniversários. 

Por isso, a questão que lançamos para a Conversa de Bancada desta semana é: qual deles (ou algum outro que não referimos) tem sido o melhor? Qual (e porquê) é actualmente, para vocês, o melhor power forward da liga?