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26.5.14

Bater Bolas - o efeito Ibaka


Vimos ontem a diferença que Ibaka pode fazer (e escrevemos sobre isso no post anterior). Será que, agora com Serge Ibaka, os Thunder podem virar a série? É isso que vos perguntamos no BATER BOLAS  de hoje.



Poderão os Thunder repetir a final de conferência de 2012 e recuperar de 0-2 para a vitória? Ou será que os Spurs não vão desperdiçar a vantagem? Mantém as vossas previsões para a série ou querem revê-las?

16.5.14

Bater Bolas - Os duelos mais aguardados


Está feito. Os dois duelos mais aguardados (e desejados) vão acontecer. No Este, temos o embate que esperámos a temporada toda para ver: a desforra entre Heat e Pacers.
E, no Oeste, temos o tira-teimas entre os dois últimos campeões da conferência (e as duas melhores equipas da conferência este ano). 



E não vamos esperar até domingo para Bater Bolas sobre estes duelos (até porque domingo começa já  a final do Este). Por isso, venham de lá as previsões. Quem passa para as Finais? E em quantos jogos? E, já agora e se vos apetecer, porquê?

5.5.14

Bater Bolas - Apostas para a 2ª ronda


Depois da primeira ronda mais incrível e emocionante de sempre, aceitam-se apostas para a segunda ronda. Quais são as quatro equipas que avançam para as finais de conferência? E em quantos jogos? Deixem aí as vossas previsões, que deixaremos aí as nossas a seguir.




(vou ter de me ausentar por uns dias, vou estar fora esta semana e não vou conseguir escrever. Volto no final da semana, por isso deixem aí as vossas previsões e na sexta deixamos aí as nossas. Até sexta e bons cestos, pessoal!)

27.4.14

Bater Bolas - Qual delas a melhor?


A sério, quão extraordinários estão a ser estes playoffs? Ontem tivemos três jogos decididos por 3 pontos ou menos e com o vencedor em aberto até à ultima posse de bola! Spurs e Mavs ofereceram-nos a partida mais bem jogada até agora e com um dos finais mais incríveis destes playoffs (com as equipas a trocarem cestos no último minuto até ao lançamento inacreditável de Vince Carter):



Na série Grizzlies x Thunder, depois da partida louca e imprópria para cardíacos que tivemos no jogo 3, ontem tivemos o terceiro jogo consecutivo com prolongamento e mais um capítulo extraordinário de uma série épica. E isto não tem sido a excepção, mas sim a regra nesta primeira ronda completamente incrível.

À excepção da série Heat x Bobcats (que já se previa desequilibrada e com Al Jefferson a jogar só com um pé ainda mais desequilibrada ficou), todas as outras estão 2-2 ou 2-1 (e quatro delas com a vantagem para a equipa pior classificada). Até agora, nesta primeira ronda, tivemos 14 (!!!) jogos decididos por 5 ou menos pontos e 6 jogos que foram a prolongamento! Esta pode ser a melhor primeira ronda de sempre!

Por isso, o que vos perguntamos hoje é: qual delas está a ser a melhor série até agora? Não é fácil escolher entre tantas séries tão espectaculares e tão emocionantes, mas qual é a vossa preferida até ao momento?

21.4.14

Bater Bolas - Rockets ou Blazers?



Houston x Portland é provavelmente a série mais imprevisível desta primeira ronda. Uma série que começou com um grande jogo, que promete mais grandes jogos e onde, na nossa opinião, tudo pode acontecer. Por isso, a pergunta do BATER BOLAS de hoje é muito simples: quem passa? Rockets ou Blazers? E porquê?


14.4.14

Bater Bolas - A temporada em que...


Estamos mesmo a chegar ao fim da temporada regular, por isso, no BATER BOLAS de hoje, o que vos perguntamos é muito simples: quais são os destaques positivos e/ou negativos desta primeira fase da época que agora termina? O que vão recordar desta temporada? Para vocês, 2013-14 foi a temporada em que...





Ainda não é hoje que vamos conseguir escrever o nosso bitaite sobre o tema da semana passada, por isso ficamos a dever-vos dois textos e ficam dois artigos prometidos para esta semana: um sobre as equipas que podem surpreender na primeira ronda dos playoffs do Oeste e outro sobre o tema desta semana, o balanço da temporada regular.

13.4.14

Triplo Duplo - episódio 14


Esta semana não pudemos gravar na quinta e publicar na sexta como habitualmente, mas aí está o TRIPLO DUPLO desta semana. 

Falamos de duas das equipas com melhor recorde desde o início de 2014: dos Bulls que continuam a fazer milagres apesar das lesões e saídas e estão num incrível terceiro lugar da conferência, e dos Clippers que estão a melhorar desde o início da época e podem ser a maior ameaça no Oeste para os Spurs e Thunder.

Como estamos mesmo no final da temporada regular, fazemos ainda um pequeno balanço desta primeira fase da época e das coisas que vamos recordar da mesma.

E terminamos com a resposta ao email do Amadeu Gouveia, que nos pergunta se Kobe Bryant teria o mesmo estilo de jogo se tivesse como treinador Gregg Popovich.



Com este Triplo Duplo excepcionalmente ao domingo, faremos o BATER BOLAS amanhã. Vamos - finalmente! - dar o nosso bitaite sobre o tema da semana passada e deixaremos aí o tema para esta semana. Até amanhã!

6.4.14

Bater Bolas - Surpresas a Oeste



Há duas semanas perguntámos qual a equipa do Este que, numa conferência com dois claros favoritos, podia impedir uma final Heat x Pacers. Do outro lado da liga, o panorama é bastante mais equilibrado e poderemos ter oito equipas apuradas para os playoffs com cinquenta ou mais vitórias. 

Os quatro primeiros lugares da conferência estão já praticamente definidos. Spurs, Thunder, Clippers e Rockets deverão acabar nessas quatro primeiras posições (a única dúvida são os Rockets, mas têm três jogos de vantagem sobre os Blazers e não deverão perder esse lugar) e terão vantagem-casa na primeira ronda. Mas, numa conferência com tantas boas equipas, a possibilidade duma surpresa nessa primeira ronda é muito maior que no Este.

Por isso, o tema que lançamos esta semana e o que vos perguntamos é: qual das quatro equipas sem vantagem-casa na primeira ronda pode fazer uma surpresa? Ainda há a dúvida de qual, entre Mavs, Grizzlies e Suns, ficam com as duas últimas vagas, mas qual das cinco (Blazers, Warriors, Mavs, Grizzlies e Suns) pode surpreender um dos quatro primeiros?


Como sempre, deixem aí as vossas opiniões e deixaremos depois aí a nossa.

1.4.14

Fazer ou não fazer tanking?


Vamos lá então ao nosso bitaite sobre o infame "tanking". Fazer ou não fazer? Será a melhor estratégia para (re)construir uma equipa ou é melhor construir através de trocas e da free agency?



Antes de mais, sobre a natureza do tanking:
É algo que é contrário ao espírito do jogo e devia ser combatido pela NBA?

Sim e não. Perder jogos de propósito é contrário ao espírito do jogo e é, pura e simplesmente, fazer batota. Mas nenhuma equipa na NBA perde jogos de propósito, i.e., nenhum jogador da NBA perde de propósito e o plantel que entra em campo quer ganhar e dá o seu melhor para tal. Apenas não são bons o suficiente para o fazer muitas vezes.

O que as equipas fazem é outra coisa: é traçar um plano para ganhar a longo prazo. E chegarem aonde querem pode demorar vários anos. No curto prazo optam por desenvolver os jovens do plantel e, pelo caminho, aumentar as hipóteses de continuar a reforçar a equipa através do draft. 

Salvaguardando as óbvias diferenças, é um plano um pouco semelhante ao que é feito, por exemplo, em escalões de formação. Monta-se uma equipa de iniciados (sub12) com atletas de primeiro ano no escalão (com 11 anos) (que nesse primeiro ano pode perder muitos jogos) para ser competitiva no segundo ano.

Um plano destes na NBA, embora signifique não ser competitivo no imediato, também não é contrário ao espírito do jogo. Elas querem ganhar, só que para essas equipas esse é um plano a vários anos.

Mas, no entanto, é algo que não devia ser tão recompensado. Quando (ou se) a liga mudar as regras do draft e diminuir as probabilidades dos piores recordes ganharem a primeira escolha (por exemplo, com possibilidades iguais para todas as equipas que ficam fora dos playoffs), esse problema será reduzido.

Até lá, enquanto as regras recompensarem tanto as derrotas, compreende-se que as equipas recorram a esse plano. Porque não o fariam? Se eu fosse um general manager nas circunstâncias que falaremos a seguir, também o faria, provavelmente.


É uma boa estratégia então? 

É uma das estratégias disponíveis. Em termos absolutos, não é melhor nem pior que as outras. Depende das equipas e das circunstâncias. 

Para equipas de mercados grandes (como os Lakers ou Knicks), que conseguem atrair mais e melhores free agents, é uma estratégia a que não precisam de recorrer. Mas para equipas de mercados pequenos (como uns Bucks ou Cavs) é provavelmente a melhor hipótese de conseguir uma estrela ou um franchise player e a melhor forma de começar a montar uma equipa.

Depende também da fase da reconstrução em que estão. Para uma equipa já a meio da mesma ou já com um bom núcleo para desenvolver, não fará sentido deitar isso abaixo para começar de novo e pode fazer mais sentido tentar completar esse núcleo com free agents ou trocas (mais uma vez, como os Pacers fizeram). Mas para equipas que estão em fim de ciclo (como os Celtics na época passada) ou com um plantel que atingiu o seu tecto e não vai mais longe (como os Sixers do ano passado), já faz mais sentido mandar abaixo e começar do zero (ou quase).

E, claro, também depende do ano em que o fazem. Num draft como o de 2003 ou o de 2014 é uma boa estratégia, num como o do ano passado nem tanto.


É a única estratégia que resta às equipas de mercados pequenos?

Não e há equipas fora dos maiores mercados (como Dallas ou Miami) que apostaram (e apostam) na free agency e nas trocas para construir as suas equipas. Ou como Indiana (um dos mercados mais pequenos da NBA) que optou por uma estratégia mista. Construiu através do draft e também através de trocas e free agency.

Mas muitas equipas veem-na como a mais fácil. Ou, pelo menos, como a forma mais fácil de começar. E como dissemos em cima, pode ser a melhor (ou única) forma de conseguirem essa(s) primeira(s) peça(s).


É uma estratégia fácil então?

Não, de todo. Não é de certeza tão fácil como parece pela quantidade de equipas que o fazem. É uma estratégia que para além de exigir uma gestão competente e uma boa avaliação de talentos, também depende bastante da sorte. Pode correr muito bem (como correu aos Thunder, por exemplo) ou muito mal (como aos Cavs).

Ter escolhas altas não garante uma boa equipa. É preciso escolher bem e, lá está, ter também sorte nessas escolhas. Para além disso, também é possível escolher bem e construir pelo draft sem ter as primeiras escolhas ou sequer escolhas altas (como, mais uma vez, os Pacers: Paul George foi a 10ª escolha, Hibbert a 17ª e Stephenson a 40ª; ou os Spurs: Tony Parker foi a 28ª escolha e Ginobili a 57!).

Na verdade, são muito mais os exemplos de equipas com escolhas altas (algumas vários anos seguidos) que não se traduziram em equipas de topo do que o contrário. A excepção (e a vez em que esse plano correu na perfeição) são mesmo os Thunder.

Por isso, para uma equipa num mercado pequeno, pode ser uma boa estratégia para começar a construção dum plantel. Mas está longe de ser uma estratégia garantida ou fácil. Ter a primeira escolha (ou uma das primeiras) é só o começo do plano. Depois depende do que se faz com ela. E do que se continua a fazer depois disso.

30.3.14

Bater Bolas - Fazer tanking ou não fazer tanking


Nunca se falou tanto de "tanking" como nesta temporada. Com as altas expectativas em redor do draft deste ano (que é anunciado como o melhor da última década e com várias possíveis futuras estrelas), algumas equipas optaram por esse plano e apostaram em perder agora para (tentar) ganhar no futuro. Ficar no fundo da tabela para aumentar as hipóteses de ficar com a primeira ou uma das primeiras escolhas e reconstruir a equipa através do draft.


E quando se fala de "tanking" e reconstruir pelo draft, os Thunder são o exemplo sempre referido. Em três drafts consecutivos, seleccionaram Durant, Westbrook, Harden e Ibaka e construiram quase instantaneamente um candidato ao título. Mas isso não quer dizer que seja uma fórmula possível ou fácil de repetir. E também temos, por outro lado, os Cavs, Kings ou Bobcats. Equipas que apesar de terem escolhas altas vários anos seguidos, não conseguiram construir uma equipa de topo (ou sair sequer da metade de baixo da tabela, em alguns casos).

Será então que esse é o melhor plano e a melhor forma de (re)construir uma equipa? É isso que vos perguntamos no BATER BOLAS de hoje.

O que pensam sobre o tanking? Boa ou má estratégia para construir uma equipa? É mais fácil ou mais difícil construir uma equipa pelo draft? É a melhor forma de reconstruir ou será que muitas equipas (de mercados pequenos e sem a mesma capacidade que outras de atrair free agents) optam por isso porque não têm alternativa? 

25.3.14

O resto do Este


Como sempre, depois dos vossos, o nosso bitaite sobre as outras equipas do Este e se alguma delas pode surpreender e impedir uma final de conferência entre os Pacers e os Heat:


Desde muito cedo na temporada que a luta deste lado da NBA está reduzida a duas equipas. Miami e Indiana estão, desde há muito, confortavelmente nas duas primeiras posições e, independentemente de qual delas acaba em 1º, é nesses dois lugares que vão acabar a temporada regular. E vão entrar nos playoffs como os grandes favoritos e as duas equipas que 99% das pessoas esperam ver na final de conferência.

Depois, temos as outras equipas, o grupo de aspirantes a ser algo mais do que carne para canhão nos playoffs. Um grupo que já está também praticamente definido. A única dúvida é se a última vaga fica para os Hawks ou para os Knicks. E apesar dos Hawks estarem em queda e apenas com três jogos de vantagem, os Knicks ainda têm jogos contra Bulls, Nets (2), Raptors (2), Heat, Suns e Warriors, por isso ainda vão perder mais alguns e as hipóteses de se apurarem não são grandes.

Por isso, esse grupo de aspirantes está (quase) fechado e muito provavelmente teremos Raptors, Bulls, Nets, Wizards, Bobcats e Hawks a juntarem-se aos Pacers e Heat na segunda fase da temporada. 

E não é só o grupo que está definido, mas também, na nossa opinião, a hierarquia nesse grupo e as possibilidades de cada uma das equipas nos playoffs. Para nós, este Este está bem arrumado, com quatro níveis bem definidos:

Temos os dois claros favoritos. E depois, entre os pretendentes:

- duas equipas que vão ficar no 7º e 8º lugar (Bobcats e Hawks) e que para eliminar os Heat ou os Pacers tinham de fazer a eliminatória das suas vidas. São duas equipas sem hipóteses de fazer uma surpresa e para ficar pela primeira ronda, portanto. 

- duas equipas jovens e com potencial (Raptors e Wizards), mas com uma inexperiência que lhes deverá ser fatal. São duas equipas que podem (se lá chegarem) assustar Heat ou Pacers (e por "assustar" queremos dizer ganhar um ou dois jogos), mas ainda sem experiência nos playoffs e que precisam de passar por essas batalhas para crescer e evoluir. Este ano será para essa aprendizagem. Um primeiro passo para poderem aspirar a mais no futuro. Mas também não será daqui que virá uma surpresa.

- e duas equipas veteranas, com jogadores testados e experimentados nos playoffs e que sabem aquilo que é preciso para ganhar nesta fase. São duas equipas que têm como ponto forte o colectivo e que não dependem de apenas um ou dois jogadores. Estas são as duas que têm hipóteses de surpreender algum dos favoritos. É claro que têm de estar no seu melhor e superarem-se, mas são as duas com quem Heat e Pacers têm de ter cuidado. 

Os Nets, depois do péssimo começo de temporada, são a equipa do Este com melhor recorde em 2014 (27-10) e os Bulls, apesar das ausências e saídas, continuam a fazer milagres e não podemos descontar uma equipa com um coração daqueles (e uma defesa daquelas).

Como temos visto no torneio da NCAA, os favoritos podem ser surpreendidos. E embora seja diferente (e mais fácil) eliminar uma equipa num jogo do que numa série, é possível e já aconteceu muitas vezes. Mas se acontecer no Este esta época, só poderá ser com uma destas duas.

23.3.14

Bater Bolas - As outras do Este



A luta no Este parece, praticamente desde o início da temporada, reduzida a duas equipas e ninguém espera outra coisa que não uma final de conferência entre Miami e Indiana. Mas, como temos visto diariamente nesta March Madness, os favoritos podem ser surpreendidos.

É verdade que num formato de torneio como o da NCAA, com apenas um jogo a eliminar, é muito mais fácil de acontecer do que numa série à melhor de sete como na NBA. Mas pode acontecer (e já aconteceu).

Por isso, o que vos perguntamos no BATER BOLAS de hoje é: Será que alguma das outras equipas do Este pode surpreender e impedir uma final de conferência entre Heat e Pacers? E, se sim, qual é a maior candidata (ou as maiores candidatas) a tal feito?

16.3.14

Bater Bolas - Zen Master nos Knicks


Pessoal, vamos fazer uma remodelação no Bater Bolas e na Conversa de Bancada. Basicamente, vamos deixar-nos de edições cruzadas, tornar definitivo o que já tem acontecido nos últimos tempos e transformar essas duas rubricas numa única rubrica dividida pelos dois dias.
Assim, em vez de Bater Bolas ao domingo e Conversa de Bancada à segunda, vamos passar a ter um BATER BOLAS dividido pelos dois dias. Ao domingo, lançamos um tema para discussão e no dia seguinte mandamos o nosso bitaite sobre esse tema.

Como tem acontecido nas últimas semanas, ao domingo é a vez de deixarem aí as vossas opiniões, à segunda é a vez de deixarmos a nossa.

E esta semana, vamos falar disto:

imagem: NBA Memes

Será que Phil Jackson vai fazer magia e dar a volta aos Knicks ou será que nem com magia vão lá? Será que alguma equipa alguma vez será campeã com Carmelo Anthony como principal jogador? Será que o Zen Master é capaz de construir uma equipa campeã à volta de Carmelo ou será que nem todos os truques de Jackson serão suficientes para Carmelo alguma vez ser campeão? 


(esta semana, como é a primeira vez e para quem estava à espera de encontrar a Conversa De Bancada na segunda, deixaremos o nosso bitaite só na terça; nas semanas seguintes, já sabem: podem deixar as vossas opiniões ao domingo - ou durante a segunda, claro - e deixamos a nossa à segunda; e podem continuar a enviar questões e sugestões; coisas que queiram ver discutidas e respondidas é enviar por email - setevintecinco@gmail.com - ou por mensagem no facebook)

10.3.14

Bater Bolas / Conversa de Bancada - os nossos europeus para o topo




Que ex-jogadores merecem essa honra e que jogadores ainda no activo merecerão essa honra quando se retirarem? Só dois são óbvios e terão, com certeza, os seus números retirados pelas suas equipas no futuro próximo. Depois há uma meia dúzia de nomes que poderão ser considerados, mas não têm essa honra garantida. Comecemos pelos primeiros:



Dirk Nowitzki
É o melhor jogador da história dos Mavs, conduziu-os ao melhor período da sua história (e ao único título da equipa, em 2011) e a única dúvida é quando é que o número 41 será retirado. Prevê-se que não muito tempo depois dele se retirar.



Tony Parker
Idem para o base francês dos Spurs. É um dos vértices do trio que liderou os Spurs na era mais bem sucedida da história da equipa, ganhou o prémio de MVP das Finais em 2007 e já faz parte do lote dos melhores de sempre em San Antonio.


E depois os discutíveis:

Pau Gasol
O caso do Gasol mais velho é bicudo e não é porque é o saco de pancada favorito dos fãs dos Lakers. É que a fase mais bem sucedida da sua carreira passou-a em Los Angeles, mas os Lakers são uma equipa com uma longuíssima história e não retiram um número por dá cá aquela palha. O espanhol tem dois títulos, três selecções para o All Star e seis anos de topo em Los Angeles, mas será que está entre os melhores Lakers de sempre? Nesta equipa, esse currículo não deve chegar para ver o seu número lá em cima.
Nos Grizzlies, foi Rookie do Ano e All Star uma vez. O que, numa equipa tão recente (entraram na NBA em 95) e sem história, chega para ser um dos melhores dessa curta história (e deter quase todos os recordes históricos da equipa: pontos marcados, ressaltos, desarmes, lançamentos tentados, lançamentos marcados, lances livres, etc). Os Grizzlies ainda não têm nenhum número retirado, por isso, devem reconhecê-lo e recordá-lo como a primeira grande estrela que a equipa teve. O público recordará melhor a carreira de Gasol nos Lakers, mas é em Memphis que ele deverá ter o seu número retirado.

Marc Gasol
O Gasol mais novo é já outro dos melhores Grizzlies de sempre (e deverá solidificar esse lugar nos próximos anos), mas também mais pela falta de história da equipa do que pelos seus feitos. De qualquer forma, tem (até agora) um Jogador Defensivo do Ano e uma selecção para o All Star, o que, numa equipa sem títulos e conquistas, pode chegar para ver o seu número imortalizado. Os Grizzlies podem fazer a primeira retirada dos números de dois irmãos pela mesma equipa (e já ficam com algo único e memorável na sua história).

Joakim Noah
Este é outro caso um pouco semelhante ao de Pau Gasol (e, para piorar, sem títulos). Noah é um dos melhores da sua era, um dos melhores Bulls dos tempos recentes. Mas esta equipa também já teve muitos nomes históricos (alguns mesmo muito históricos!) e sucessos estratosféricos em eras anteriores. Pelo que Noah não tem ainda currículo para ver o seu número retirado. Daqui a uns anos talvez, vamos ver em que lugar da história dos Bulls estará quando terminar a carreira.

Peja Stojakovic
Em oito anos em Sacramento, foi três vezes All Star, duas vezes campeão do Concurso de Triplos e um dos melhores atiradores de sempre da equipa (e, na história da NBA, é o sexto jogador com mais triplos marcados). Numa equipa sem grandes pontos altos na sua história, o sérvio foi um dos melhores Kings do seu tempo e o seu tempo foi o mais bem sucedido da história dos Kings. Serão credenciais suficientes para merecer a retirada? Não é garantido, mas acreditamos que sim.

Rik Smits
O poste holandês passou toda a carreira nos Pacers e era o segundo melhor jogador nas boas equipas dos Pacers dos anos 90 (a seguir ao histórico Reggie Miller). Tal como Stojakovic, foi um dos melhores Pacers do seu tempo e o seu tempo foi o mais bem sucedido da história da organização. E, no 40º aniversário da equipa, foi escolhido pelos fãs para o melhor cinco de sempre dos Pacers (foi o quarto mais votado, atrás de Reggie Miller, Jermaine O'Neal e Mel Daniels), por isso seria uma escolha que todos em Indiana iriam apoiar. E com justiça.

Arvydas Sabonis
Se julgarmos exclusivamente pelos anos que passou nos Blazers, não justificaria a retirada. Mas o caso de Sabonis é um caso muito particular. É uma lenda do basquetebol mundial e aquele jogador que todos se interrogam como teria sido se tivesse ido para a NBA mais cedo. Por isso ninguém se chateará se os Blazers considerarem a carreira total do lituano (na Europa e na NBA) e imortalizarem o facto de um dos melhores postes de sempre e uma das maiores lendas do basquetebol mundial ter jogado na sua equipa.



Enquanto isso, Heat e Pacers vão na pior série de derrotas consecutivas da temporada. Será razão para entrar em pânico? No próximo artigo daremos a (nossa) resposta.

9.3.14

Bater Bolas / Conversa de Bancada - Europeus no topo


Para nós, é sempre um orgulho ver jogadores do Velho Continente a terem sucesso na NBA e motivo de alegria ver os seus nomes imortalizados na história da liga. E Zydrunas Ilgauskas é um dos jogadores europeus com uma das mais longas e bem sucedidas carreiras na NBA. 

Apesar das lesões que o impediram de atingir um nível ainda superior, o poste lituano foi o MVP do Rookie Challenge e All-Rookie First Team em 98, foi duas vezes All Star (em 2003 e 2005) e terminou a sua carreira como líder histórico dos Cavs em jogos (771), ressaltos ofensivos (2336), ressaltos totais (5904) e desarmes (1269) e o segundo em pontos marcados (10616; atrás apenas dos 15251 de LeBron James).


Ontem a equipa de Cleveland reconheceu esse lugar de Ilgauskas na história da equipa e retirou o seu número 11:


O poste lituano tornou-se apenas no terceiro jogador europeu (depois de Drazen Petrovic e Vlade Divac) a ter o seu número retirado por uma equipa da NBA. Mas com cada vez mais europeus a jogar e a ter sucesso na liga norte-americana, esse número deve crescer nos próximos anos.

Por isso, esse é o tema que lançamos hoje na CONVERSA DE BANCADA e o que vos perguntamos é: que outros jogadores europeus merecem ter o seu número imortalizado no topo de um pavilhão da NBA? Que ex-jogadores merecem essa honra e que jogadores ainda no activo terão essa honra quando se retirarem?

3.3.14

Bater Bolas / Conversa de Bancada - o nosso Monte Rushmore


Com 68 anos de NBA e tantos jogadores extraordinários que já passaram pelos seus campos nessas mais de seis décadas, não é fácil escolher apenas quatro para figurar num hipotético monumento dos melhores de sempre. Não é fácil? É extraordinariamente difícil e uma tarefa inevitavelmente condenada à injustiça. Porque, ao escolher apenas quatro, tantos jogadores que fazem (e farão sempre) parte da história da liga terão de ficar obrigatoriamente de fora. Nenhuma história da NBA será alguma vez justa ou estará alguma vez completa só com quatro nomes.

E como se escolher entre tantos jogadores ímpares não fosse já suficientemente difícil, comparar eras e jogadores de diferentes é uma tarefa muito difícil, se não mesmo impossível. Podemos (e iremos) sempre especular como seria se jogador x jogasse hoje ou se jogador y tivesse jogado noutra década, mas essas são questões às quais nunca teremos resposta. A única coisa que sabemos com certeza é aquilo que eles fizeram no seu tempo, contra os seus contemporâneos e o papel e lugar que conquistaram na história. 

E foi esse o meu principal critério para escolher o meu Monte Rushmore. Entre todos os grandes jogadores que o mundo já viu e entre todas as extraordinárias estatísticas e números individuais e colectivos, quais seriam os quatro que escolheríamos para fazer uma história resumida da liga, os quatro que representam os pontos mais altos da liga e os píncaros desses 68 anos de história. Num monumento, a importância histórica conta. Por isso, é este o meu Monte Rushmore:


Bill Russell e Wilt Chamberlain são os homens dos recordes inigualáveis. Bill Russell tem os recordes colectivos imbatíveis (nunca ninguém vai voltar a ganhar 11 anéis de campeão e oito títulos seguidos) e Wilt Chamberlain é o homem dos recordes individuais imbatíveis (nunca ninguém deverá bater os seus 100 pontos num jogo e nunca ninguém baterá os seus 50.4 pts e 25.7 res de média numa temporada!). Jogaram noutro tempo e não teriam estes recordes se jogassem agora? Provavelmente. Mas foram os maiores responsáveis pelo nascimento do basquetebol como o conhecemos e ninguém lhes pode retirar (ninguém conseguirá retirar) o seu lugar na história (e desconfio que seriam enormes jogadores fosse qual fosse a era em que jogassem).

Michael Jordan não preciso justificar, certo? O melhor de todos os tempos só não ficava com um dos lugares neste monte se fizessem outro monte só para ele.

Estes três anteriores acho que são obrigatórios em qualquer monumento à NBA. Já a escolha para o último lugar no monte é, confesso, pessoal e subjectiva. Magic Johnson é o meu jogador preferido de todos os tempos e não o podia deixar de fora. Magic é a razão porque me apaixonei pela NBA e desconfio que não sou o único. Foi um dos dois jogadores que marcaram a época de ouro dos anos 80 (e aceito quem escolher o outro, Larry Bird, para este lugar) e elevaram a liga a um patamar internacional. E aquele sorriso e aquela magia que espalhou pelos campos e que conquistou tantos e tantos fãs merecem ser imortalizados em pedra.

2.3.14

Bater Bolas / Conversa de Bancada - O Monte Rushmore da NBA


LeBron já disse o seu (e Bill Russell já respondeu), Kobe já disse o seu, Durant já disse o seu e muitos outros jogadores e ex-jogadores disseram os seus, mas a questão não está encerrada sem dizermos os nossos. O Ricardo Brito Reis perguntou qual era o nosso Monte Rushmore, por isso, vamos fazer mais uma daquelas edições cruzadas BATER BOLAS / CONVERSA DE BANCADA sobre o tema. 

Hoje, dizem-nos qual é o vosso e amanhã dizemos qual é o nosso. Por isso, digam-nos: quais os quatro jogadores que colocavam num Monte Rushmore da NBA?

2.2.14

Entretenimento para uma noite sem jogos


Esta semana, por falta de tempo deste vosso escriba, não vamos ter o habitual BATER BOLAS. Em vez disso, e porque hoje também não há jogos, deixamos-vos aqui duas opções de entretenimento para esta noite.

O jogo completo dos 61 pontos de Kobe no Madison Square Garden (que foi no dia 2 fevereiro, há 5 anos):



Ou, para quem preferir recordar o duelo Magic/Jordan, o primeiro jogo das Finais de 91:



(ou então, ainda melhor, não escolham e vejam os dois!)



No próximo domingo, salvo algum imprevisto de última hora, voltaremos a responder às vossas questões, como habitualmente. Já sabem, podem enviá-las por email (setevintecinco@gmail.com) ou por mensagem no facebook e escolheremos uma (ou mais) para responder aqui.

28.1.14

Bater Bolas / Conversa de Bancada - os nossos suplentes do All Star



Depois das vossas escolhas para os suplentes do All Star, é a vez das nossas na segunda parte desta edição cruzada BATER BOLAS / CONVERSA DE BANCADA. Como diz o Madre, se calhar ninguém merece vestir aquelas camisolas, mas aqui ficam as nossas escolhas para os bancos do All Star Game:


OESTE

Chris Paul
James Harden
Damian Lillard
LaMarcus Aldridge
Dwight Howard
DeMarcus Cousins
Anthony Davis


ESTE

John Wall
Kyle Lowry
Jeff Teague
Roy Hibbert
Chris Bosh
DeMar DeRozan
Paul Millsap


A linha de raciocínio no Oeste foi fácil. Metemos todos os jogadores que mereciam sem dúvida ir e ficaram logo preenchidas seis vagas. E para quem tem dúvidas sobre DeMarcus Cousins por causa do recorde da equipa ou da sua falta de maturidade, em relação ao primeiro argumento, a eleição para o All Star é uma distinção individual. O recorde das equipas pode ser um argumento válido entre dois jogadores com uma produção semelhante ou aproximada. Nesse caso, o recorde da equipa pode desempatar. Mas quando se tem números muito melhores que a concorrência, o recorde da equipa não pode ser razão para não ser escolhido. E os de Cousins (22.6 pts, 11.6, 3 ast, 1.8 rb e 1.2 dl) são esclarecedores.

Quanto à maturidade, sim, Cousins tem de ganhar mais juízo e ser mais assertivo, mas isso só mostra o jogador assustador que ele pode ser. Se sem atingir o máximo do seu potencial tem estes números, imagine-se com mais juízo naquela cabeça. Mas, mais uma vez, com estes números é impossível deixá-lo de fora.

Restava então só uma vaga e aí tínhamos seis hipóteses: Dirk Nowitzki, Tony Parker, Anthony Davis, Mike Conley, Monta Ellis e Goran Dragic. Conley, Ellis e Dragic estão a fazer as melhores temporadas das carreiras, mas ficam um bocadinho atrás dos outros três (em números e/ou em eficácia). Já entre Parker, Davis e Nowitzki foi uma escolha muito difícil. 

Custa-nos deixar o francês de fora, mas porque já tínhamos três outros jogadores de backcourt e o jogador dos Spurs fica uns pozinhos atrás dos outros dois, não podíamos ir para ele. Depois entre Nowitzki e Davis foi outra escolha quase impossível. Nowitzki, aos 35 anos, continua a fazer números de elite (21.2 pts, 6 res, 3 ast, 1 rb, apenas 1.4 to e um PER de 23.2) e continua a ser o maior responsável pela temporada positiva dos Mavs. Mas Davis está com números ainda melhores (20.1 pts, 10.5 res, 3.1 dl, 1.6 rb e um PER de 26.2 - que é coisa já mesmo de elite) e está a afirmar-se como um dos melhores power forwards da conferência (e da liga).

__

No Este, a coisa foi mais complicada. Seguindo o mesmo raciocínio, começámos por aqueles que achamos que merecem sem dúvida ir. Mas aqui só preenchemos cinco vagas. 
Depois tínhamos quatro hipóteses de backcourt (DeRozan, Afflalo, Stephenson e Joe Johnson), e quatro de frontcourt (Millsap, Noah, Jefferson e Deng).

Joe Johnson? Uns furos (leia-se, números) atrás. Não. Os outros três têm números aproximados (DeRozan e Afflalo marcam mais pontos, mas Stephenson faz mais ressaltos e mais assistências). E aqui entraram os factores "sucesso da equipa" e "responsabilidade nesse sucesso" para desempatar. Afflalo perde por razões óbvias e entre DeRozan e Stephenson é à justa. Os Pacers estão em primeiro no Este, mas isso é menos inesperado que o quarto lugar dos Raptors. E Stephenson tem muito mais ajuda nos Pacers que DeRozan nos Raptors, por isso fomos para este último.

Para a última vaga, dois jogadores destacam-se entre aqueles quatro: Paul Millsap e Al Jefferson. E entre estes dois ex-companheiros de equipa, com números aproximados (17.7 pts, 8.2 res, 2.9 ast, 1.7 rb, 1.2 dl e um PER de 20.3 para Millsap; 18.9 pts, 10.5 res, 2.1 ast, 0.9 rb, 1.2 dl e um PER de 21 para Jefferson), entra de novo o nosso critério para o desempate. Millsap está a ser um dos grandes responsáveis pela manutenção do terceiro lugar dos Hawks depois de perderem Al Horford, por isso leva a nossa última vaga.

26.1.14

Bater Bolas / Conversa de Bancada - Os suplentes do All Star


O que é que vem a seguir aos titulares do All Star Game? Esta semana vamos fazer mais uma edição cruzada BATER BOLAS / CONVERSA DE BANCADA para discutir quem são os jogadores que merecem um lugar entre os 7 suplentes de cada conferência. Deixem-nos aí hoje as vossas escolhas e amanhã deixamos aí as nossas.

Digam-nos lá então quem são os 14 jogadores (sete do Este e sete do Oeste) que merecem vestir estas camisolas daqui a três semanas em Nova Orleães: