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24.3.14

Passatempo NBA na Sport TV


Parece que não ganhei este ano, mas de qualquer forma, e como prometido, aqui fica o vídeo que fiz para o passatempo da NBA da Sport TV. Espero que gostem: 


29.12.13

O ano em que fomos à NBA e a NBA veio até nós - 1


Chegámos aquela altura em que recordamos o ano que termina e fazemos o balanço destes 12 meses que deixamos para trás. E que ano este! 2013 foi um ano em cheio para este fã e para muitos fãs portugueses: foi o ano em que fui à NBA e a NBA veio também até nós.


Começando pela primeira parte, foi o ano em que venci o passatempo da Sport TV...


e fui a Nova Iorque realizar um sonho e assistir a três jogos ao vivo:


Foi, como podem imaginar, uma das melhores viagens da minha vida e uma experiência inesquecível, da qual podem ler aqui o relato completo.


Mas foi também o ano em que os fãs portugueses receberam não uma, mas duas visitas da NBA: primeiro, em Maio, com o NBA3X Tour e depois, em Agosto, com o Basketball Without Borders. Recordamos amanhã essas passagens das estrelas e ex-estrelas da NBA pelo nosso cantinho à beira-mar plantado, na segunda parte desta viagem por 2013.



(hoje não vamos ter o habitual Bater Bolas, mas no próximo ano - que é como quem diz no próximo domingo - a rúbrica regressa. Já sabem, como habitualmente, podem enviar as vossas questões por email - setevintecinco@gmail.com - ou por mensagem no facebook e aos Domingos respondemos aqui)

20.4.13

Um miúdo numa loja de doces - o vídeo oficial


Ainda a propósito da nossa aventura em Nova Iorque, para quem perdeu a reportagem na NBA TV e na Sport TV:



E aproveito também a oportunidade para agradecer à Sport TV, que tornou tudo isto possível, e à Patrícia, que foi inexcedível na ajuda, acompanhamento e companhia! :) 

16.4.13

Um miúdo numa loja de doces


Nestas coisas de experiências únicas, viagens duma vida e realizações de sonhos, é um lugar comum dizer que não há palavras para descrever. Mas temo que as minhas capacidades narrativas e descritivas não sejam suficientes para descrever fielmente a emoção que foram os dias que passei em Nova Iorque. 

Porque foi de emoção pura que se tratou. O jogador, o treinador e o comentador ficaram em casa e em Nova Iorque esteve o fã. Não estava a ver vídeo, não estava a parar o jogo à procura de como um jogador se libertou para um lançamento, não estava a pensar no sistema que a equipa x estava a usar no ataque ou como a equipa y estava a defender, não estava a dissecar a movimentação de um jogador, não estava a analisar o jogo (pronto, o máximo que é possível desligar isso e não pensar nisso quando vemos um jogo), estava apenas a desfrutar de cada momento passado naqueles pavilhões.

E foram tantos e tão bons estes que espero que sejam os primeiros de muitos momentos passados em pavilhões e campos da NBA. Aqui ficam alguns deles e a minha tentativa de partilhar as emoções que vivi em cada um:



A avistar o Barclays Center pela primeira vez, sair do autocarro e pensar: uau, estou mesmo aqui! 
Ali estava, finalmente, à porta de um pavilhão da NBA e, logo para começar, o mais moderno de todos, com uma entrada que mais parece um museu (mas um museu hi-tech):




Depois, já no meu lugar (porta 23, fila 13, lugar 16), minutos antes do jogo, a ouvir o hino (dos Estados Unidos). E pode não ser o nosso, mas, ao ouvir cerca de 20.000 almas a cantá-lo (e depois de vermos tantas vezes este momento na televisão), tentem não ficar arrepiados. Depois do hino, altura para a apresentação da equipa da casa:


Durante o jogo, há tanta coisa a acontecer e tanta coisa para ver (é o marcador com os ecrãs gigantes a passar o jogo, as repetições e vídeos, é o display a toda a volta do pavilhão sempre a passar estatísticas e resultados de outros jogos, é a música a tocar por cima do jogo, o speaker do pavilhão a falar; para não falar que não há um único tempo morto e há algum número musical/atracção/concurso/animação em todos os descontos de tempo e intervalos) que o mais dificil às vezes é não nos distrairmos do jogo. É um circo, um espectáculo de duas horas e meia com um jogo de basquetebol pelo meio.

Mas valia a pena não nos distrairmos, pois perderíamos um belo jogo, por sinal. Como escrevemos nessa noite, foi um jogo renhido, com muitas ausências nos Bulls e nem sempre bem jogado, mas discutido até ao último segundo e que valeu pela emoção.

Depois do jogo ainda tivemos direito a descer até ao campo e tirar umas fotos:


E foi no meio de toda essa emoção que perdi a mochila e fiquei eternamente grato a um fã dos Nets.

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Se não podia ter pedido melhor estreia, a noite seguinte ainda foi melhor, com uma noite especial na Meca do basquetebol. Com direito a assistir na primeira fila ao aquecimento:



E a trocar duas palavras com o Shumpert...

(eh pá, desculpem lá este vídeo, comecei a filmar com o telefone na vertical e quando me apercebi e o virei durante a filmagem, foi pior a emenda que o soneto)


(com direito a dedicatória para o SeteVinteCinco)



... e com o Prigioni:


E, para além do momento especial da homenagem ao intervalo aos campeões de 73...


(e cinco deles têm o nome e o número lá em cima no topo do Garden), ...

... não foi um jogo nada mau também. Desta vez a partir do camarote, tivemos direito a cesto de meio campo do Jason Kidd (este não registei em vídeo, mas aqui fica o oficial):



A cantos de "MVP" dos adeptos dos Knicks pra Carmelo Anthony, depois deste marcar mais um triplo e chegar aos 40 pontos no jogo:



E ainda a adeptos dos Knicks entusiasmados (chamemos-lhe assim e finjamos que o alcool grátis no camarote não teve nada a ver com isso):


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Na terceira e última noite, apesar do cartaz não prometer o melhor jogo, os Bobcats deram luta e tivemos direito a mais um bom jogo. Por esta altura já estava a habituar-me à rotina de ver um jogo todos os dias e parecia-me um dia-a-dia perfeito.

Assim, de volta ao Barclays Center, desta vez, à semelhança do jogo no Garden, com acesso ao aquecimento:


E um olá (do campo, este não conhecemos) do Deron Williams:


Já instalado no camarote com vista para alguns dos melhores Nets de sempre, ...


era hora de mais um jogo. E desta vez filmei o hino:


Mais um bom jogo de basquetebol e ainda assistimos ao momento raro do Reggie Evans acertar  dois lances livres seguidos. Para terminar, a seguir ao jogo recebemos a visita do Teletovic no camarote:


E chegou ao fim a aventura:


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Houve mais. Houve passeios por Nova Iorque, uma visita à loja da NBA, um grupo muito divertido de participantes de outros países e uma equipa de pessoas da NBA que foram os melhores anfitriões do mundo (obrigado Joannitte, Neikelle, Nicolas!). E muitas, tantas recordações. Nestes quatro dias, desliguei a cabeça, abri o coração e fui apenas fã e adepto deste desporto e desta liga extraordinários. Nestes dias, fui um miúdo numa loja de doces. E como um miúdo numa loja de doces, estava... feliz.


11.4.13

Props do Prigioni


O Prigioni também é fã do SeteVinteCinco e manda um abraço a todos os seus leitores! :)



(o balanço/relato da viagem é para ser escrito como deve ser, o que, entre a chegada de Nova Iorque e ida directo para a agência na segunda e filmagens ontem até às 6 da manhã, não tem sido possível. Mas do fim de semana, com tempo e cabeça fresca, não passa)

7.4.13

Até já


O que é bom não dura para sempre. Esta aventura chegou ao fim e amanhã faço o balanço. Voltamos a encontrar-nos em Portugal! Até já!

Reeeeeeeggie!


Os Bobcats deram luta, mas os dois lances livres de Reggie Evans (2 seguidos do Evans!) selaram a vitoria dos Nets. Aqui fica a festa dos lances livres consecutivos do Evans, vista do nosso camarote:




6.4.13

Peregrinação a Meca


Hoje estivemos sem net todo o dia e o Madison Square Garden não tem wifi como o Barclays Center, por isso não deu para fazer o relato em directo.

Mas hoje foi dia de visita à Meca do basquetebol, ao pavilhão mais famoso do mundo. E apanhámos uma noite muito especial: foi a Legends Night, noite de celebração do 40o aniversário do último título dos Knicks e homenagem à equipa campeã de 73 (com Phil Jackson, Walt Frazier, Willis Reed, Earl Monroe e todos os membros dessa equipa presentes e homenageados ao intervalo).

Ah, e o Iman Shumpert manda um abraço a todos os leitores do SeteVinteCinco!












5.4.13

Brooklyn for life


Comecemos pelo fim. Acaba o jogo dos Nets, descemos até ao campo (yeah! :)), tiramos umas fotos, dizemos umas palavras para a câmara (da equipa de filmagens que anda a fazer a reportagem do All Acess Tour) e de repente: "a minha mochila?! F#%$, esqueci-me dela na bancada!" Vamos à bancada ver se, por acaso, ainda lá está e, claro, nada. Perguntamos a um segurança se, por acaso, não viu ali uma mochila, não, não viu, mas podemos ir aos perdidos e achados ver se alguém a entregou lá. Lá vamos nós, sem grande esperança, já a pensar que a mochila estava perdida para sempre. Chegamos aos perdidos e achados e... Estava lá! Com tudo! Alguém tinha-a encontrado e entregado! Por isso, não sei se tive apenas muita sorte ou se as pessoas de Brooklyn são tão honestas (mesmo que seja a primeira, deixem-me acreditar na segunda), mas, como disse às pessoas da NBA que nos acompanham, depois desta, "Brooklyn fan for life"!

Voltemos agora ao princípio. Um pavilhão novinho em folha que parece um museu, com uma arquitectura exterior completamente distinta do típico recinto desportivo e com um interior moderno e com todas as comodidades e tecnologia imagináveis, um público envolvido, participativo e em festa o tempo todo (e sim, mesmo com o barulho todo no pavilhão conseguimos ouvir os gritos roucos do Thibodeau!), um jogo emocionante (nem sempre bem jogado, mas valeu pela emoção) decidido no último segundo e na última posse de bola. Uma noite inesquecível.

Com toda a emoção do final (e no meio do público é impossível não nos deixarmos envolver) foi fácil esquecer as ausências nos Bulls, as partes menos bem jogadas da partida e guardar as melhores memórias deste nosso primeiro jogo da NBA ao vivo. Foi espectacular e Brooklyn vai ficar para sempre na minha memória. E com um lugar no meu coração. Brooklyn for life.


4.4.13

Prendinhas


Goodies bag de boas vindas: :)



(De saída para passar o dia em Brooklyn e, à noite, Nets x Bulls! :) )