15.1.16

MVP #016 - O botão vermelho e o gato branco



Quem é o culpado (ou culpados) dos Nets estarem na bosta? E como vão sair dessa bosta? Será altura dos Pelicans rebentarem com tudo e reconstruírem? Os Bulls valem mais do que isto? E os Grizzlies? E será que as duas personagens que encarnamos no "Se Eu Fosse" aceitam o lugar de treinador dos Nets?
Tudo questões que eu e o Ricardo tentamos responder no episódio desta semana do podcast MVP:


1 comentário:

  1. impacto da dopagem na Nba é inversamente proporcional ao empenho das autoridades americanas em combatê-la. Não há qualquer controlo por entidades internacionais (nem sequer nas Olimpíadas pois até aqui se encontra tutelado por uma entidade fantasma de nome USADA, a mesma que permitiu casos obscenos como o Lance Amstrong ou o Barry Bonds, ambos revelados por investigação jornalística) e o único jogador apanhado na rede é um Rashard Lewis em fim de carreira, um bode expiatório de um problema grave que condiciona a saúde dos atletas e é gerador de assimetrias competitivas. Ou vocês acham que a diferença física entre os jogadores contemporâneos e os de outrora são os bifes de cavalo? As suspeitas de dopagem ao Pau Gasol no Euro 2015 (e veja-se a diferença de rendimento físico na presente época desportiva norte-americana), a camuflagem do controlo positivo de esteróides a Diana Taurasi efectuado na Turquia e uma misteriosa notícia (entretanto não desmentida por entidades oficiais e votada a um conveniente ostracismo) envolvendo uma série de atletas da Selecção Espanhola no Europeu de 2011 revelam que há caminho a desbravar de forma a tirar este belo desporto de uma batota simplesmente ignominiosa!
    Nota: os factos supracitados enquadram-se numa lógica desportiva tutelada por entidades europeias e se aqui há espaço para teorias especulativas, imagine-se no desporto americano e no seu omnipresente pacto de silêncio que apenas tem rival na famosa OMERTÀ...
    Mais, não me venham dizer que a dopagem não potencia o talento técnico ou a habilidade natural quando a natureza física do jogo tem cada vez mais importância, pois quando as pernas têm de subir, uma vez mais, para aquele lançamento decisivo no final do jogo, estarmos na plenitude física providenciada por meios ilegais é muito conveniente...ou vocês pensam melhor quando estão cansados?
    Um abraço...

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