4.10.15

Boletim de Avaliação - Utah Jazz


Para terminar a ronda pela Northwest Division, depois de paragens em Denver, em Minnesota, em Oklahoma City e em Portland, vamos até Salt Lake City:


Boletim de Avaliação - Utah Jazz

Saídas: Jeremy Evans 
Entradas: Jeff Whitey, Tibor Pleiss, Raul Neto, Trey Lyles (12ª escolha no draft)
Cinco Inicial: Trey Burke - Alec Burks - Gordon Hayward - Derrick Favors - Rudy Gobert
No banco: Raul Neto - (Dante Exum) - Rodney Hood - Joe Ingles - Trevor Booker - Trey Lyles - Tibor Pleiss - Jeff Whitey
Treinador: Quin Snyder

Balanço: Não podemos dizer que foi uma grande offseason para os lados de Salt Lake City. Mas também não podemos dizer que foi má.

Os Jazz têm um grupo muito jovem (todos os jogadores do cinco inicial têm menos de 25 anos) e muito promissor, que tem vindo a progredir de época para época e que deverá continuar a fazê-lo. Por isso, o plano é manter e continuar a desenvolver esse núcleo. Pouco fizeram na offseason, portanto. 

Seleccionaram no draft mais um jovem com potencial, Trey Lyles (seleccionaram também Olivier Hanlan e Daniel Diez, que vão continuar na Europa, para já). E potencial é a palavra-chave aqui. Lyles ainda é um projecto de jogador, com muito para desenvolver, mas o plano dos Jazz é a longo prazo, por isso está numa boa equipa para tal.

Na free agency, perderam Jeremy Evans, que nunca se conseguiu afirmar e entrar na rotação da equipa de forma regular, contrataram Jeff Whitey, para juntar mais um corpo à rotação interior, e contrataram ainda mais dois (adivinhem) jovens de que detinham os direitos: o brasileiro Raul Neto e o alemão Tibor Pleiss.

Foi pena a lesão de Dante Exum (que deverá perder toda a temporada, o que vai atrasar o seu desenvolvimento), mas este é um grupo de jovens a seguir e que este ano poderá dar o próximo passo na sua progressão e entrar na luta pelos playoffs.

Para esse objectivo, poderiam ter contratado alguns veteranos para completar o plantel e compor o banco, como fizeram os Wolves, por exemplo. Para além de os poder tornar mais competitivos no presente e dar mais profundidade à equipa (esse é mesmo o seu ponto mais fraco), poderiam ainda dar uma ajuda a ensinar e desenvolver os jovens do cinco.
Mas não é esse o plano dos Jazz, que escolheram o caminho mais longo para a reconstrução. E para além de um dos cincos mais jovens da liga, apostaram em ainda mais uns quantos jovens para o banco.

Esse é um plano para o qual é preciso paciência. Por isso, porque a estratégia é manterem-se fiéis a esse plano (e não fizeram nada que vá contra a execução do mesmo), não lhes podemos dar uma nota negativa. Mas também não fizeram nada que justifique mais que um

(Nota) 10.

(a seguir: Pacific Division - Golden State Warriors)

2 comentários:

  1. Eu gostava de ver os Utah Jazz outra vez nos playoff's, mas assim parece-me que vai ser difícil.

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  2. Paulo Dias05/10/15, 02:56

    O problema é que Sloans, Malones, Hornacecks, Stocktons e até Ostertags aparecem muito raramente.

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